Capítulo 8 | JUST US - ENTRE PAI E FILHA

Emily finalmente tinha terminado o seu primeiro semestre na faculdade de engenharia civil, o que foi um grande alivio para ela que não aguentava mais evitar Christian, agora que o semestre tinha acabado ele retornaria para seu país de origem e ela não teria mais que se preocupar e nem sequer voltar a pensar nele. Ela sabia que ele não era culpado daquilo, tudo o que havia acontecido era completamente de sua responsabilidade, não fora Christian que havia jurado fidelidade, que havia trocado juras de amor com George, ele provavelmente nem sabia da existência de George ou ao menos de Gregory, por algum motivo Emily quis manter aquela parte de sua vida longe do conhecimento de Christian.
Ela não queria, mas seus pensamentos iam sempre para aquele momento sempre que ela via seu colega, a forma como ele dava um sorriso bobo para ela, ver o comportamento afetuoso do Norueguês deixava dúvidas em Emily, por alguns segundos ela imaginava com seria se os dois dormissem mais uma vez, ela sabia o quão errado era aquilo, mas por mais que ela tentasse ela não podia negar o afeto que ela sentia por Christian, tirando George ele era o único homem com quem ela tinha se relacionado, e de certa forma ele com quem Emily havia compartilhado coisas que toda a garota vive quando está na adolescência, Emily nunca vivenciou o primeiro amor como as demais garotas, nunca nenhum garoto de sua idade havia chamado sua atenção, desde pequena ela sempre imaginava seu pai, ou sua reação ao ver qualquer garoto que se aproximava dela, ela sempre colocava defeitos em todos eles, eles nunca seriam igual seu pai. Ela nunca tinha percebido, mas talvez ela fosse apaixonada por George a sua vida inteira, nunca ninguém se igualaria a ele, ninguém nunca seria George.
Mesmo com tanto amor para com George, Emily não conseguia parar de levar seus pensamentos mais levianos com os demais homens ao seu redor, ultimamente sua cabeça ia aos mais diversos cenários com qualquer homem que fosse gentil com ela, aconteceu com Christian, com o diretor da escola de Gregory, seu vizinho, mas apenas com Christian seus pensamentos havia se tornado realidade.
Emily sentia tanto a falta do toque de George, sentia a falta de sua atenção que começou a procurar por isso em outras pessoas, qual era o problema dela? Porque ela tinha que agir em uma forma que machucaria tanto George, aquele sentimento a fazia ficar enjoada, a culpa estava a consumindo de pouco em pouco, algumas semanas depois, em uma das reuniões de pais da escola de Gregory, Emily voltar a ter aquele pensamentos com o professor de seu filho, ela tentou ao máximo tirar aquilo de sua cabeça, mas quanto mais ela tentava, mas eles percorriam sua mente. No final da reunião houve uma confraternização entre os pais, alguns trouxeram alguns pratos. Enquanto estava procurando oque comer Emily sentiu um cheiro forte vindo de algum lugar daquela mesa, o cheiro foi tão forte que a fez ficar tonta, ela teve que se sentar em uma cadeira, ultimamente sua cabeça vivia doendo e ela tropeçando pela rua a fora por causa de suas tonturas, Emily não entendia aquele mal súbitos, talvez fosse sua mente em resposta aos próprios pensamentos, mas aquilo acontecia tanto recentemente que ela marcou uma consulta no médico, talvez fosse seu corpo reagindo ao eu ela tinha feito, mas Emily sentia que algo estava errado com ela.
Depois da reunião de pais Emily e Gregory foram em direção ao outro lado da cidade onde George trabalhava, ela queria surpreende-lo além de já fazer um bom tempo desde que ela ia no escritório de seu marido. 
- Já colocou o cinto? – Emily perguntou para Gregory que estava sentado no banco de trás.
- Sim – ele disse em um tom de tédio, mal parecia o mesmo garoto que mal conseguia conter a felicidade quando ele atingiu a altura mínima para não usar mais nenhum assento e apenas o cinto de segurança. Emily ainda não conseguia acreditar o quão rápido Gregory estava crescendo, ela lembrava quando ele ainda corria para ela quando algum estranho aparecia, agora ele estava na fase em que tudo o que ela falava ele revirava os olhos, ela sentia falta do seu garotinho medroso, mas estava feliz que ele estava crescendo.
- Nós vamos ver o papai, faz tempo que não o visitamos no trabalho – ela disse, mas não teve nenhum tipo de resposta, Gregory estava completamente entretido com o seu celular, agora foi a sua vez de bufar, George tinha cedido as suplicas de Greg para ter um celular, Emily achava que ele ainda era muito novo, e não queria que ele se alienasse completamente como os outros garotos de sua idade, o que aconteceu exatamente como ela previu.
- Bem... Eu vou precisar que vocês e comporte hoje tudo bem?
- Por quê? – Greg finalmente respondeu sua mãe
- Você vai ficar o resto da tarde com seu pai, eu vou precisar sair – Emily não iria dizer que iria no hospital, não queria preocupa-lo – e você sabe como o seu pai é ocupado, então você vai precisar se comportar, você temo seu celular para te entreter.
- Aonde você vai?
- Eu? Eu... preciso resolver algumas pendencias na faculdade.
- Eu pensei que isso já tinha acabado – Greg disse sem tirar seus olhos da tela de seu celular. “Isso”? Emily pensou, George não demonstrou muita animação para com sua mãe quando ela contou a noticia que iria para a faculdade noturna, mas Greg já não demonstrava muita animação para nada ultimamente.
- Sim, lembra que a mamãe disse que iriam ser quatro anos, quatro anos em que eu precisaria da sua ajuda?
 - Sim...  – Ele disse alongando sua fala.
Quando os dois chegaram no escritório de George eles foram recebidos por sua secretária que os levaram para a sua sala, Emily viu alguns rostos familiares das festas de fim de ano do escritório em que ela ia, ela acenou para alguns e sorriu para a maioria que ela não conhecia e Greg ainda mantinha seu rosto completamente focado em seu celular.
- Em? – George disse saindo de sua sala e indo rápido em direção a sua esposa – está tudo bem – ele tinha um tom de preocupação em sua voz, Emily não tinha avisado sobre sua visita ao seu escritório até poucos minutos atrás por uma mensagem de texto.
George a abraçou e os dois deram um pequeno beijo – Sim, eu só preciso que você cuide do Gregory por algumas horas.
- Por quê? Aconteceu alguma coisa na reunião de pais? – George e Emily entraram na sala dele enquanto Gregory ficou do lado de fora sentado mexendo em seu celular, George sentou em sua cadeira e Emily o acompanhou e seu colo, os dois se abraçavam.
- Não, quer dizer, sim, eu só me senti um pouco enjoada hoje na reunião e precisei me sentar por alguns minutos, mas... 
- Você está bem? E você veio dirigindo? Emily você poderi...
- Eu sei, já está tudo bem e eu vou no médico, eu não queria assustar o Gregory por isso vim para cá primeiro.
- Bem, ele já está grandinho tenho certe...
- Eu só não quero preocupa-lo.
- Você mima muito esse garoto querida.
- Eu não sou a única, quem deu aquele celular antes de me consultar e sabendo o que eu achava? – George deu um longo suspiro, ele não queria entrar naquela briga mais uma vez.
- Tudo bem, mas ele já pode ir para casa sozinho, ficar sozinho, ele já tem dez anos, não precisa de um responsável com ele toda a hora.
- Eu sei, é só que... ele já está tão grande, logo ele vai nos deixar e viver a sua vida e eu, fico como? Além de tudo eu dei para fazer faculdade logo agora, então eu vou ficar com ele cada minuto que eu possa – George a abraçou mais forte e a cheirou em uma longa respiração, George adorava o cheiro de Emily, e senti-lo em seu ambiente de trabalho era um refresco no meio de tantas colônias pós-barba de seus colegas.
- Está tudo bem? Você tem certeza? – Ele perguntou para sua esposa.
- Sim confia em mim, eu saberia se tivesse alguma coisa errada comigo – Emily disse, mas no fundo de sua cabeça ela não poderia negar que algo estanho estava acontecendo com ela. Emily deu um longo beijo em George, ela amava vê-lo todo engravatado daquele jeito atrás daquela mesa de madeira maciça que ela ajudou a escolher alguns anos atrás quando ele estava montando seu escritório. Ela olhou para a mesa e havia diversos papéis em cima dela e o computar estava aberto em uma planilha que ela ainda não entendia, mas se tudo desse certo ela estaria a par de tudo sobre aquele mundo - Nós precisamos atualizar esta foto – ela disse segurando o retrato que estava na mesa, ela se lembrava quando a foto foi tirada, foi uma das primeiras fotos desde que os dois começaram seu romance de verdade, Greg tinha começado a andar a pouco tempo por isso foi trabalhoso deixa-lo quieto para foto, Emily estava mais nova, seu cabelo mais curto, George tinha menos cabelos grisalhos como agora, seus braços estavam mais definidos na camisa apertada que ele usava, o seu trabalho na época era completamente mais braçal do que o que ele tinha agra onde ele ficava o dia inteiro enclausurado dentro daquele escritório. Emily não se importava com a idade de George, ela amava e achava os seus fios grisalhos e a sua barba mais cheia.
- Sim, o Greg nem parece aquela criança inquieta, não é mesmo?
- Sim – Emily riu.
OS dois namoraram por mais alguns minutos até Emily pegar seu carro e ir embora mais uma vez, já na clinica ela esperou por seu médico atende-la, e quando ele finalmente chegou ela explicou o que estava acontecendo com ela, suas tonturas, seu enjoo com qualquer cheiro forte.
- Bem, Sr. Foster.
- Pode me chamar de Emily
- Tudo bem, bem, a senhora já devia saber o que você está sentindo.
- Como?
- Bem, seus sintomas ao que tudo indicam são de gravidez.
- Gravidez?
- Sim, tonturas, enjoos. Você já passou por uma gravidez, não é?
- Mas... eu nunca, essa é a minha primeira vez.
- Em seu prontuário a senhora disse que tem um filho.
- Sim... ele... ele é adotado, é o filho do meu marido – Emily mentiu, aquela era a história em que ela e George tinham acordado. Gregory era filho de George com outra mulher, Rachel, mãe de Emily e mãe biológica de Gregory, e Emily o havia adotado depois de casar com George. Mas nem Greg sabia daquela história, para ele Emily era sua mãe, não demoraria muito até ele fazer as contas e descobrir que Emily tinha quinze anos quando ele nasceu. Foi um pedido de Emily não contar aquilo para seu filho, ela queria que ele pensasse que ela era sua mãe biológica, não queria alimentá-lo com mais uma mentira, ela se sentia mal com aquilo.
- Bem, então acho que não devia surpreende-la desse jeito me desculpe.
- Tudo bem. Mas gravida? Como?
- Bem, acho que nós dois sabemos como - o médico riu.
- Minha menstruação sempre foi irregular, mas eu tomo a pílula, e... eu não achei que fosse engravidar do meu marido.
- Por quê?
- Nós não usamos muito camisinha, e desde que estamos juntos eu nunca engravidei – Emily não queria falar que ela nunca acharia que engravidaria pois George era seu pai, ela tinha lido histórias de filhas que engravidaram de seus pais em condições horríveis, mas em todos aqueles anos ela nunca tinha engravidado.
- Bem então vocês são sortudos, mas a sorte não durou por muito tempo, mas eu não posso afirma que a senhora está gravida, eu vou pedir que você faça um exame agora e logo saberemos.
- Tudo bem – Emily disse.
Logo depois de falar aquilo Emily logo se lembrou de Christian, ela poder estar gravida depois de tantos anos dormindo com George era mais improvável do que ela estar gravida dele, um temor passou por todo o seu corpo, o que ela faria? A ideia de ter um filho nunca passou por sua cabeça, Emily tinha Gregory, ele era seu filho, ela nunca pensou em engravidar de George, pois todo esse tempo ela achou que seria impossível. Todos aqueles anos de sexo sem proteção e nenhuma consequência fizeram com que Emily se descuidasse, ela tomava a pílula, mas ela não podia negar que não era sua maior preocupação do dia, ela esquecia, as vezes ficava dias sem tomar, e sua menstruação sempre foi irregular, demora muito e ela era felizarda em não sentir tanta dor.
Emily deu um longo suspiro enquanto esperava pelo resultado, o que ela faria se estivesse realmente gravida? Ela carregaria um filho de um homem que não era seu marido, e se fosse de George o que seria de seu bebe? Os dois compartilhavam o mesmo sangue, o mesmo DNA, isso não era bom, ela nem queria pensar nas coisas que poderia acontecer com ele. Mas a sua maior dúvida, ela queria ser mãe novamente? Ele tinha criado Gregory com tanto amor, nunca lhe faltou nada em sua vida, mas como ela mesmo tinha dito momentos antes, Greg estava crescendo ele logo sairia de casa e Emily ficaria sozinha com George. Um dos motivos da aproximação romântica dos dois foi Gregory, ela achava bem no fundo de seu coração que seu esposo viu uma mãe nela antes de ver uma mulher e pensar naquilo a machucava, se Gregory crescesse, George ainda ficaria com ela?
A mente de Emily rodava sem parar naqueles minutos em que ela esperava, a culpa de não saber que poderia ser o pai de seu filho a degastava completamente por dentro, já não bastasse o arrependimento de transar com outro homem agora a chance de ela estar gravida? Será que ela poderia continuar com essa mentira agora?
- Sra. Foster? – a atendente chama Emily – o doutor está te esperando com os resultados – ela disse. Emily foi em direção a sala, ela não queria girar aquela maçaneta, todas as suas dúvidas teriam que ter uma resposta logo após o médico pronunciar os resultados.


Mais uma vez lá estava ela, no estacionamento sozinha em seu carro, ela não queria entrar em casa, George tinha saído mais cedo e ido para casa com Greg, ela já tinha ligado quatro vezes para Emily, mas ela não atendera nenhuma de suas ligações ou respondera suas mensagens de texto, ela estava ali sentada no corro tentando tomar coragem para enfrentar George, contar tudo oque ela descobrirá minutos atrás. Emily havia ensaiado o que ela falaria para seu esposo toda a viagem do consultório médio até a garagem de sua casa.
Emily deu um longo suspiro e saiu do carro, quando ela entrou em casa ela sentiu o cheiro de comida, George e Greg estava jantando na cozinha.
- Amor? – George disse se levantando quando Emily chegou em casa – eu liguei para você e você não atendeu as ligações, nós não sabíamos que horas você voltaria então começamos o jantar sem você.
- Tudo bem, ela disse passando por eles na mesa – eu... não estou com fome mesmo, só vou tomar uma água e ir para o quarto.
 - Está tudo certo? – George perguntou – ocorreu tudo bem no...na faculdade – ele se corrigiu por causa de Greg.
- Sim.
- Você tem certeza? – George se aproximou dela e a abraço – você tem certeza? – ele perguntou novamente em seu ouvido.
- Sim, só estou um pouco indisposta e cansada, vou dormir acho – ela se desvencilhou do abraço de seu marido e foi embora, antes ela desejou uma boa noite e abraçou Gregory sentado na mesa.
Quando ela chegou em seu quarto ela tomou um longo banho e foi para a sua cama, ela ainda estava apenas de toalha quando George chegou.
- George?
- Sim – ele disse entrando no quarto, ele se sentou ao seu lado – você tem certeza que está tudo bem? Não é bom você sair do médico para baixo desse jeito, alguma coisa aconteceu? – Emily demorou para responder, mas finalmente tomou a coragem que ela precisava.
- George. Eu estou gravida – ela disse e ficou em silêncio, George não sabia como responder aquilo.
- De mim? – ele perguntou inocente.
- Sim – Emily disse com um pouco de culpa quando George riu de si mesmo por perguntou aquilo. Ele não parou de sorrir depois daquilo.
- Isso é sério?
- Sim
- Eu... eu não posso acreditar, depois de todo esse tempo, eu, eu achei que não iria acontecer.
- Você queria que acontecesse?
- Mas é claro, porque eu não iria querer ter um filho com o amor da minha vida?  -George se levantou e começou a andar pelo quarto – Quanto, quanto tempo você está?
- Sete semanas – Emily respondeu aliviada.
Quando o médico confirmou que ela estava gravida tudo o que passou pela cabeça dela era que o filho era de Christian, mas quando ele falou que ela estava com sete semanas ela teve certeza que não era do homem estranho, ela sabia perfeitamente o dia em que ele havia traído seu marido, e aquilo tinha acontecido há mais de nove semanas, enquanto sete semanas atrás foi a semana em que Gregory havia passado a noite na casa de um de seus amigos, então Emily e George tiveram a casa para si e eles aproveitaram.
- George! – Emily disse mais alto para fazê-lo parar por um minuto.
- O que foi?
- Você não me ouviu? Eu estou gravida! – ela disse.
- Mas é claro que eu ouvi e eu não podia estar mais feliz...
- George será que eu vou ter que que te lembrar? Eu sou sua filha – ela disse abaixando a voz no final, aquilo era uma coisa que ela não falava há anos – Nós temos o mesmo sangue, as possibilidades de alguma coisa dar errado com esse bebe são muito maiores do que o normal.
- Eu sei que nó...
- George eu não quero arriscar que essa criança sofra apenas por uma vaidade nossa.
- O que você está querendo dizer com isso?
- Eu não acho a melhor ideia nós termos esse bebe.
- Emily você...
- Sim, eu quero - Emily disse decidida, por mais que aquilo doesse no fundo de seu coração.
- Bem... Eu... se é isso que você quer – George disse sério se sentando ao lado de sua mulher.
- Sim – Emily começou a chorar, George ofereceu seu ombro como amparo, ele também queria chorar, mas ele tinha que se manter forte na frente de Emily.
- Ei, vai ficar tudo bem querida, vai dar tudo certo – George disse.
- Eu espero – Emily disse – eu também tenho que falar uma coisa para você
- O quê?
- Tudo isso que aconteceu hoje me fez entender uma coisa, com o Greg crescendo tão rápido eu... eu quero sim ter outro filho, quando tudo ficar bem – ela colocou a mão em sua barriga – eu quero tentar, do jeito certo, talvez possamos fazer fertilização in vitro... artificial, sei lá ou até podemos tentar adotar. Eu só sei que eu quero ter um filho, um filho saudável que possa crescer e agir como nos odiasse igual o Greg, eu quero poder dar um futuro lindo para ele, você entende?
- É claro – George disse – eu não quero nada diferente, se é desse jeito que você quer eu não posso fazer nada a não ser te apoiar e ficar do seu lado, eu não me importo se você usar o.... de outro homem ou se adotarmos, tudo o que me faria mais feliz nesta vida é ter outro filho com você e eu não me importo como.
Os dois se beijaram e se abraçaram como não faziam a um bom tempo, sem pretensão de nada, eles apenas queriam ficar próximos um ao outro.



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