Capítulo 6 | JUST US ENTRE PAI E FILHA
- Você tem que vai ficar bom sozinha com ele? – Emily perguntou.
- Sim.
- Bem, se você precisar de qualquer coisa eu vou estar em casa.
- Eu pensei que você e o Sr. Foster iriam sair hoje – Elizabeth, a babá, perguntou
- Não, hoje é o aniversário dele, eu vou fazer uma surpresa e que ficar sozinha, sem esse demoninho nos importunando – Emily disse.
- Hoje é aniversário do Geor..., quer dizer, Sr. Foster?
- Sim, hoje ele faz quarenta e três anos.
- Sério?
- Sim, ele é mais velho do que aparenta.
- Sim, muito, ele é lindo – Lizzie disse, Emily estranhou o comentário dela, ela achou que talvez a menina tivesse um crush no seu marido, uma coisa de criança, ela tinha dezesseis ou dezessete, ela bem que tinha percebido o jeito que a garota a tratava, ela sempre usava você, quando com George usava “senhor Foster” e seu tom que sempre vinha carregado com um pouco de frieza e o jeito que ela ficava quando George estava junto.
Emily entregou Gregory nas mãos de Lizzie, ela finalmente poderia ter um momento de paz, Greg cresceu um menino extremamente ativo e não ficava quieto um segundo se quer, Emily o amava, mas as vezes ela o queria o mais longe possível para poder respirar, e aquele era um desses momentos.
O aniversário de George era no próximo dia, mas Emily queria fazer uma surpresa para seu marido, por isso um dia antes. Ela pediu seu prato preferido no seu restaurante predileto e havia preparado um bolo de chocolate, também seu preferido. E para finalizar a noite Emily tinha comprado uma lingerie vermelha e preparado o quarto para uma noite incrível, uma noite que acabaria as dez da noite, pois esse era o toque de recolher de Gregory, ele estava na casa vizinha, passando o tempo com sua babá, Lizzie.
Emily tomou um longo banho, ela havia ido a um salão de estética e se depilado completamente de manhã e sua pele estava lisa, do jeito que seu pai, seu marido gostava, ela passou cremes e perfumes, queria fazer aquelas uma das noites favoritas dele. Na verdade, os dois não transavam como antes, ela tinha medo que tudo ficasse monótono e ele talvez não a quisesse mais, Emily tinha muitas inseguranças, a sua idade e falta de experiência sempre foram motivos de inseguranças, ela pensava que talvez um dia seu pai a abandonasse por uma mulher da idade dele, que ele se arrependesse de tê-la tocado para inicio de conversa, todo o tempo que ela ficava sozinha naquela casa enorme ela se debatia e pensava nessas coisas, mesmo sabendo que elas estavam longe de ser verdade. Mas uma parte de Emily sempre achava que George iria se arrepender e desistir dela.
Seu marido era tudo em sua vida, Emily se sentia a garota mais sortuda do mundo por saber apenas que seu pai a tinha notado da mesma forma que ela o olhava, que ele sentia atração por ela, na sua primeira vez ela apenas se ofereceu para saciar uma vontade de seu pai, tempos depois, ele havia confessado que sentia a falta do toque de alguém, de uma mulher, faziam quase quatro anos, depois de saborear seu pai, Emily não imaginava ficar tanto tempo sem o seu toque. No fundo era assim que Emily viu aquela relação, que seu pai apenas a tocava para saciar o desejo que todo homem tem, mesmo com as juras de amor que ele fazia, ela não a via digna de ser mais do que aquilo. Mas George a convenção, que ela merecia aquele amor, que os dois tinham algo a mais, de um forma bastante egocêntrica, Emily achava que o amor entre ela e George era maior do que qualquer outro, eles sofreram e tiveram que derrubar barreiras para poder ficar juntos, poder dizer ‘eu te amo’ um para o outro.
Emily amava seu pai, era completamente e perdidamente apaixonada por aquele homem, como ela poderia culpar Lizzie quando ela mesma era daquele jeito, mas Emily era mais sortuda, pois ela poderia aproveitar cada momento, cada parte daquele homem, lembrar de todas as noites em que eles compartilharam, os momentos em que eram apenas um, que estavam conectado não só por seu amor, mas fisicamente, Emily era sortuda, e ela queria que seu pai soubesse daquilo, queria que pelo menos em seu aniversário ele soubesse o quão grata ela era por ele existir.
Pronta, Emily colocou m vestido de noite, um que ela mal-usara antes, e levou um balde com gelo e champanhe em uma mão e duas taças na outra, ela se sentou no sofá, na frente da porta e esperou por seu grande amor, e esperou. George chegava às sete da noite e o relógio quase batia às dez da noite, Emily ligou diversas vezes para seu marido, mas ele não atendera e nem tinha dado sinal de vida, ela se preocupou, será se algo tinha acontecido? Será se ela tinha perdido o amor de sua vida?
Quando o relógio badalou dez, a campainha de sua casa tocou, por um momento ela achou que era George, ela até chegou a pronunciar seu nome em felicidade, mas ele não tocaria a campainha, quando ela abriu a porta era Lizzie de mãos dadas a Greg.
- Lizzie?
- Sim, são dez, como combinamos.
- Sim, sim é só que...
- Você aproveitou a noite com o.... ué, mas o carro dele não está aqui, ele ainda não chegou? – Lizzie disse com um tom sarcástico, ela tinha visto que o carro não estava na frente da casa desde antes de botar os pés na entrada.
- Sim, aconteceu um imprevisto – Emily mentiu, falar a verdade para uma adolescente parecia deixar as coisas ainda mais ruins do que estavam – e como está o meu menino – ela se agachou e abraçou seu filho. Gregory apenas gemeu em resposta e tentou pular para o colo da mãe.
- Ele está com um pouco de sono – Lizzie disse.
- Sim, eu vou colocá-lo na cama, seu pagamento está aqui na mesinha do lado, você pode fechar a porta quando sair?
- Sim.
Emily carregou Greg até seu quarto, foi uma tarefa um pouco difícil pois ele estava grande demais para carregar no colo, pelo menos por muito tempo, Gregory já estava com seis anos de idade. Ela o botou na cama e o cobriu e leu uma história para ele dormir, ela sabia que lia a história mais para ela mesma do que para seu filho que sempre dormia antes da metade. Ela o beijou mais uma última vez quando uma luz iluminou o quarto por alguns segundos e depois sumiu, era George que havia chegado, ele tinha muitas explicações para fazer.
Emily fechou a porta do quarto de Greg e desceu a escada até a metade correndo para poder pegar George entrando pela porta, mas ele não abriu a porta, ela ficou plantada na escada por alguns minutos até que ela desceu o restante de lances e saiu para fora de sua casa, ela chamou por seu marido.
- George? – ela disse e procurou por seu pai, ela o achou. Ele estava perto da casa vizinha, ele conversava com alguém, era Lizzie, ele segurava seu antebraço eles conversavam algo, mas eles se calaram e George a soltou rapidamente quando ouviram pelo chamado de Emily, eles falaram mais duas coisas e cada um foi para o seu lado, George caminhou até sua casa e Emily.
- Oi meu amor tudo bem?
- O que você estava falando com a Lizzie?
- Ela? Nós nos esbarramos e eu perguntei como ela estava e ela disse que estava estudando para passar no SAT conseguir uma nota boa, ela falou que não poderia mais ser a babá do Greg, pois tomaria muito do seu tempo.
- Sério?
- Sim, por quê?
- Ela estava aqui a poucos minutos, e ela não comentou nada disso comigo. – Emily disse observando Lizzie entrar em sua casa, George a puxou para dentre de casa e trancou a porta.
- Ela estava aqui? Por quê? E esse vestido – George deu um passo para trás e analisou sua esposa dos pés à cabeça – aconteceu alguma coisa para você estar assim?
- Não – Emily disse com raiva lembrando o motivo que era mais importante que a paixonite de Lizzie – não aconteceu nada, e exatamente por isso. Eu fiquei te esperando par te fazer uma surpresa e você nem ao menos se sujeitou a atender seu celular.
George tirou seu celular do bolso e mostrou que estava sem bateria – Surpresa, mas tem um motivo especial ou...
- Motivo? Amor seu aniversário é amanhã.
- Amanhã? Não ele só vai cair no... Ah! Eu me esqueci completamente – George disse lembrando de seu próprio aniversário, ele então analisou toda a casa, o champanhe dentro de um balde com água, as pedras de gelos haviam derretido, a mesa estava posta para um jantar formal à velas – meu amor! Mil desculpas, eu havia me esquecido – ele se aproximou de Emily e beijou seus lábios e depois deu um longo abraço nela – você está me esperando a muito tempo?
- Bem, todo o gelo derreteu, então...
- Me desculpa – George e Emily colaram as suas testas um no outro, Emily fechou os olhos e sentiu o rosto e a respiração de George com a sua. George fazia aquilo, ronronava e usava aquela vozinha como Greg quando queria alguma coisa, ela estava com os seus olhos fechado, mas sabia que se os abrissem ela veria aquele bico nos lábios que ambos faziam, tal pai, tal filho ela, pensou.
- Tudo bem – ela finalmente disse perdoando-o. George deu um longo beijo em Emily comemorando fazendo-a rir – você está com fome?
- Não, eu comi no escritório, se eu soubesse eu...
- Eu sei. Bem eu fiz um bolo de chocolate se você quiser.
- É claro que eu quero meu amor.
Os dois foram para a cozinha e Emily tirou seu bolo da geladeira – Parece delicioso – George disse com a línguas em seus lábios, ela colocou na bancada, e George tentou cortá-lo, mas Emily o impediu – O quê?
- Você tem que soprar as velhinhas antes – ela disse.
- Querida eu...
- Não eu comprei umas – Emily tirou de uma das gavetas do armário dois saquinhos e um isqueiro, ela abriu e tirou duas velas, uma no formato de quatro e outra em três para marcar os quarente e três anos de George. Emily colocou as velas em cima do bolo.
- Você precisava usar velas de números? – George perguntou com um tom um pouco seco enquanto Emily estava tentando botar fogo nas velas.
- Como assim?
- Você sabe que eu não gosto de meu aniversário.
- Por quê?
- É só um lembrete da diferença de idade que temos.
- Como assim?
- Querida, você sabe, eu não sou nenhum garoto, agora eu tenho quarenta e três anos, você ainda é jovem e eu já passei da meia-idade enquanto você está no auge de sua vida, eu não quero que você se sinta presa a um velho.
- Amor, eu já falei milhares de vez que não me importo com sua idade, é apenas um número.
- Um número grande!
- Tanto faz, hoje mesmo eu estava pensando em como eu me sentia insegura com você no começo, eu não entendia o que você via em mim, uma garota tão inexperiente.
- Inexperiente? Eu não me importo com essas coisas, apenas com você Emily.
- E eu com você. O mesmo número que separava você de mim, me separa de você, você ficaria comigo se fosse o contrário?
- É claro que sim.
- Então! Você poderia ter cinquenta e três, setenta até que eu te amaria do mesmo jeito – Emily se aproximou de George que estava em um banco mais alto, ela se esgueirou entre suas pernas e eles se beijaram.
- Eu também te amo.
- Bem, vamos assoprar agora?
- Sim, só se você assoprar comigo.
- Mas e seu pedido?
- Eu divido ele com você – os dois sorriram e se beijaram novamente. Emily ligou as velas e os dois assopraram.
- O que você desejou? – Emily perguntou.
- É segredo – eles se beijaram novamente, dessa vez George foi mais longo com sua língua, ele amava sentir a sua a língua de Emily se tocarem.
George levou suas mãos por todo o corpo de Emily especialmente seu bumbum que ele apertou carinhosamente.
- Amor – Emily disse tentando se afastar, mas George a impediu com seu abraço, ele a chegou para mais perto dele, Emily conseguiu sentir a ereção dele em sua barriga, ela sorriu e o beijou em retorno – mas e o bolo.
- Não se preocupa – George sentou na beirada do banco e Emily se agachou na sua frente, sempre o beijando, primeiro o pescoço e descendo pelo o seu corpo até chegar no final da barriga e encontrar o cinto de George. Ela abriu calmamente primeiro o cinto e depois o botão da calça social preta que George usava naquele dia junto com uma camisa branca e um gravata azul com listras douradas.
Depois de abrir o zíper e se deparar com o tecido vermelho da cueca de seu marido e a proeminência dentro dela, ela olhou para George que não tirava seus olhos de cada movimento dela. Emily primeiro abaixou um pouco a calça dele e depois levantou a cueca liberando espaço para a cabeça rosada de George aparecer, ela sorriu e tirou o resto da cueca de seu caminho revelando o membro semiduro de seu amor, ela o segurou pela base e colocou a cabeça dentro de sua boca enquanto a lambia, seu pai gemeu quando sentiu a boca quente e úmida de Emily tocar em sua cabeça tão sensível.
Não demorou até que o falo de George estivesse totalmente dentro da boca de Emily, o que cabia, com o passar dos anos Emily havia acostumado sua garganta para aguentar todos os dezenove centímetros do homem. George gemia sempre que sentia a ponta de cabeça tocar o fundo da garganta de sua filha.
George então cortou um pedaço do bolo que estava no balcão a sua frente e pegou a cobertura e pediu que Emily abrisse a boca, com o dedo ele fez um caminho de cobertura de chocolate na parte de cima de seu pênis – prova – George disse com seu sorriso malicioso que apenas Emily conhecia. Ela abocanhou toda a cobertura com sua língua sem deixar nenhum vestígio.
Emily começou a masturbar a base do membro de seu amado ao mesmo tempo que o estimulava com sua língua, George a fez comer o pedação inteiro do bolo por seu falo até que ele finalmente ejaculou dentro de boca de sua filha, que engoliu sem nenhum pedido, ela já estava costumado com o sabor agridoce do gozo de seu pai, ela amava saber o gosto do néctar dele, e que só ela no mundo sabia como era.
George acordou no outro dia com os pulos de seu filho na cama gritando pelo seu nome, Emily estava sentada no pé da cama com uma bandeja, Greg o desejava um feliz aniversário. George estava com sua família, talvez envelhecer não fosse tão ruim quanto ele imaginava, naquele momento ele se arrependeu das coisas que ele fez para se sentir jovem, mas tudo aquilo estava no passado agora, e seu futuro era com Emily, e apenas ela.
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