Capítulo 06 | O FILHO MAIS NOVO
Eu ainda tinha tantas
dúvidas sobre o que aconteceria no futuro em relação a nós, muitas dúvidas, mas
todos esses medos, essas incertezas sumiam quando eu ficava perto dele, quando
eu o beijava, quando éramos um só. Nossa relação ia além de sermos pai e filho,
essa agora é uma das coisas menos importantes entre nós.
Quando eu abri meus
olhos, meu pai não estava na cama comigo, eu me levantei e fui a sua procura, -
pai? – chamei, ele não estava no banheiro ou no segundo andar, estava nu, então
coloquei um samba canção e desci as escadas – pai? – eu disse, - Tom? – era
estranho usar o nome de meu pai, eu sempre o chamei de pai, mas de certo modo
também era estranho chamar ele de pai depois de dividimos a cama como amantes.
Ele não estava em casa,
pelo menos não dentro dela, fui ao quintal e lá estava ele, saindo da casa do
Sr. Langmore – papai? – eu disse – está tudo bem? – meu pai estava com a cara
fechada, e seu rosto estava vermelho, ele ficava assim quando estava com raiva,
por um momento eu senti medo do que ele estava fazendo na casa vizinha – o que
o senhor estava fazendo? – quando ele olhou para mim seu rosto mudou, ele não
queria que eu o visse com raiva.
- Olá meu amor – ele
disse se aproximando de mim e colocando suas mãos em meus ombros – já está de
pé – ele beijou minha bochecha – como dormiu?
- B-bem... O que o senhor
estava fazendo na casa do Sr. Langmore?
- Nada, eu só estava
tirando satisfações
- Pai, você não precisava
- Elliot o que ele fez
foi uma coisa horrível, e podia ter acabado de um jeito muito pior – ele
apertou meus ombros, ele claramente estava com raiva do Sr. Langmore – se isso
tivesse acontecido eu não poderia me perdoar eu...
- Calma pai -eu disse,
peguei sua mão direita e segurei com carinho – nada aconteceu, é melhor deixar
tudo isso para lá eu não quero que o senhor arranje problemas... Além do mais,
se não fosse pelo o que aconteceu não teríamos tido a noite que tivemos ontem –
eu sorri e beijei sua mão – e querendo ou não ele vai continuar sendo nosso
vizinho, então seria melhor se não odiássemos um ao outro, além do mais depois
do que aconteceu com ele, não acho que ele vai querer nada conosco. Violência
não é a reposta para nada – era o que minha mãe dizia.
- Elliot você é tão
generoso – ele segurou meu rosto com sua mão livre e se aproximou de mim – você
me lembra tanto a sua mãe. Você está certo, e além do mais Langmore não estava
em casa, nem um sinal dele ou de suas roupas, eu acho que ele fugiu, depois de
ontem era o melhor que ele podia fazer, se eu o visse eu não sei o que eu teria
feito...
- Viu, as coisas sempre
se acertam, você já tomou café da manhã? – perguntei
- Ainda não, quando
acordei vim direto para cá, quer dizer, depois de me beliscar para saber que você
do meu lado não era um sonho – eu ri – e você não era – ele aproximou o rosto
de mim e começou a beijar meu pescoço,
- Pai – eu disse rindo,
sentia cocegas em meu pescoço, principalmente no lado direito do meu pescoço,
onde ele estava passeando com sua língua – para – disse gargalhando.
- Tudo bem – ele disse,
guardando sua língua e segurando minha bunda com suas duas mãos e me puxou para
seu colo, ele me carregou até a cozinha, ele me colocou no balcão e me beijou
mais uma vez, sentir a sua língua com a minha era talvez a minha melhor droga,
não tinha usado nenhuma outra droga, mas com a boca de meu pai, eu não
precisava de nenhuma.
Ficamos ali, abraçados um
com o outro nos beijando sem dizer nada, apenas nos beijando e parando para
respirar em alguns momentos, nos olhávamos, eu podia ver meu reflexo nos olhos
castanhos de meu pai, e ele podia se ver em meus olhos que eram da mesma cor
que os dele, meu pai... Tom segurou meu rosto mais uma vez, comigo ali em cima
do balcão tínhamos a mesma altura, eu era um pouco mais alto.
- Eu te amo – eu disse
- Eu te amo – meu pai
disse.
- O que vai acontecer
agora? – eu disse incerto
- Como assim?
- Você vai ir trabalhar e
eu vou ficar aqui te esperando? Nós não vamos ser mais pai e filho, então vamos
ser o que, eu não mais te chamar de pai? – eu tinha dúvidas, incertezas tinha
medo, e eu não tinha ninguém para falar aquilo – se formos o quer que isso
seja, você não vai mais ser meu pai, eu quero que isso aconteça, mas eu também
quero que você seja meu pai...
- Elliot... – meu pai
falou, ele não me respondeu, apenas me abraçou e consegui sentir o seu coração
batendo – eu não sei... Eu não sei te responder, eu também queria saber essas
respostas, mas não sei. O que eu sei é que eu te amo, te qualquer jeito eu te
amo e sempre vou te amar, e eu também sempre vou ser o seu pai, não importa o
que aconteça ouviu?
- S-Sim – quando meu pai
me abraçava eu sempre me senti protegido, sentia meu coração esquentar e todos
os meus medos irem embora, desde que eu era pequeno e tinha pesadelos, ele me
abraçava e todo o mundo parava, e todos meus medos acabavam.
Sentindo nossos corpos,
um ligado ao outro, era como se nada pudesse nos atingir, eu o amava, desde
sempre, nós apenas nos amávamos de uma forma diferente agora, eu sabia que ficaríamos
juntos para sempre.
Eu o beijei, beijei Tom e
beijei meu pai, eles eram a mesma pessoa, e eu amava ambos com todas as minhas
forças. Por mais uma vez nos beijamos e nos abraçamos, meu pai tinha tirado sua
camisa e eu conseguia sentir sua pele tocar na minha, eu também conseguia
sentir a sua ereção encontrar em minha barriga agora que eu já estava no chão,
toquei ela calmamente sem acabar com nosso beijo.
- Elliot – meu pai disse
se livrando do meu beijo – eu te amo
- Eu também papai
- E você pode me chamar
de pai o quanto você quiser, apenas me faz te amar mais saber que você se
importa.
- Sim, senhor – eu disse
me ajoelhando, minha mão ainda segurava o membro de meu pai, eu o senti pulsar
toda vez que eu o chamava de pai ou de senhor, aquilo o excitava e deixar o meu
pai daquele jeito era o que eu mais amava.
Eu passei meu rosto, meu
nariz e lábios, no membro de meu pai que ainda estava dentro de sua cueca,
aquilo também vez com que o membro de meu pai pulsasse, usei mais minha língua
e molhei a cueca com minha saliva. Eu olhava para os olhos de meu pai, e me
segura nas coxas dele. Finalmente tirei o pau de meu pai de sua cueca e
calmamente coloquei sua cabeça rosada dentro de minha boca e comecei a passar a
minha língua ao seu redor, meu pai, que até então apenas me observava começou a
balbuciar palavras em um tom de voz baixo, não entendi o que ele falou, mas
ouvir a voz e o tom de voz que ele usava me deixava ainda mais excitado.
Tirei a cabeça de minha
boca, e com minha mão direita, comecei a masturbar toda a extensão do membro de
meu pai, sem tirar os olhos de meu pai eu abri minha boca e mostrei minha
língua e ainda o masturbando sua extensão posicionei o membro de meu pai na
língua, com o movimento da masturbação a ponta da cabeça rosada de meu pai
rodava pela minha língua, meu gemeu com isso e levou seu rosto para o teto,
deixar meu pai daquele jeito me deixava louco.
Com a cabeça dentro de
minha boca mais uma vez eu abri espaço e tentei colocar todo o pau dentro de
minha boca, lento eu estava com a metade dele na minha boca quando a campainha
de nossa casa tocou, o barulho me assustou e tirei o cacete de meu pai de minha
boca, meu pai se assustou e depois se irritou quando sentiu seu pau sair de
minha boca.
- Quem pode ser? – eu
disse ainda ajoelhado e com o cacete de meu pai duro e molhado com a minha
saliva centímetros do meu rosto
- Eu não sei, ainda mais
sábado de manhã – meu pai disse – deixa tocar, vamos lá continua – ele segurou
meu rosto e me levou de volta para seu pau, segurei e passei a língua mais uma
vez em sua extensão, como se fosse um sorvete de casquinha eu lambi todo o
cacete de meu pai, sua cabeça, sua extensão sua base, passava a língua em suas
bolas quando a campainha tocou novamente.
Meu pai deu um suspiro de
raiva novamente – deixa, não deve ser importante
-Tem certeza? – eu
perguntei, a campainha tocou mais uma vez
- Sim, vamos lá continua,
eu estou quase – dessa vez meu pai foi mais abrupto e puxou minha cabeça para
seu membro, minha boca que estava aberta então seu pau entrou com tudo e eu
quase engasguei, tirei-o de minha boca e comecei a tossir
- Pai? – uma voz vinda
dos fundos da casa disse
- Jonathan? – meu pai
disse
- Jonathan – eu disse em
seguida confuso, Jonathan! Meu irmão, eu e meu pai nos olhamos e um pequeno
desespero tomou conta de nós, como se tivéssemos sido pegos no flagra, o que de
uma forma fomos.

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