Capítulo 15 | O FILHO MAIS NOVO

- V-Victor? T-Tudo bem? – eu disse nervoso.
- Sim, eu preciso ir no banheiro – ele disse passando por mim, bem ele parecia não ter visto aquilo, o que me fez dar um grande suspiro de alivio.
Eu desci as escadas e fui para a cozinha, Jonathan estava lavando a louça do jantar – Você nã precisava, eu podia lavar amanhã.
- Eu não me importo, e eu acho que devia ir treinando já que eu vou ter que fazer isso quando me mudar.
- Sim – eu disse – você não sabe o que acabou de acontecer.
- O quê?
- Eu estava com o papai e nós nos beijamos e o Victor apareceu logo depois – Jonathan parou de lavar e fechou a torneira.
- Ele te viu?
- Eu não sei, não acho que viu, o papai tinha acabado de ir pro quarto quando ele apareceu, meu coração disparou quando eu o ouvi chegar.
- Sério?
- Sim, como quando você nos viu, meu coração disparou.
- Então você gostou? – Jonathan disse.
- Como assim?
- Você gostou de quase ser pego?
- O que? Não, eu... – Jonathan se aproximou de mim secou as mãos no pano de prato, e foi se aproximando ainda mais perto de mim, eu tentei ir para trás, mas a mesa estava no meu caminho.
- Você não se sentiu mais vivo por quase ser pego no ato – Jonathan colocou sua mão em meu pescoço e aproximou seu rosto do meu, ele lambeu minha orelha o que fez todo o meu corpo arrepiar.
- John... – eu disse baixo.
- O quê? – ele falou em meu ouvido.
Ele colocou suas mãos em meu corpo e aproximou seu corpo do meu, eu consegui sentir sua mão gelada da água que ele tinha molhado, subir em minhas costas quando ele as passou em minhas costas debaixo de minha camiseta, depois ele levou sua mão direita para dentro de minha calça segurando meu membro e com sua mão esquerda ele tocou um de meus mamilos o que fez meu corpo arrepiar ainda mais meu corpo.
- John o.... – eu tentei falar, mas ele não me deixou, ele abocanhou meu pescoço mais uma vez.
- O Jonathan lavando a louça – nós ouvimos Victor dizer da sala se aproximando da cozinha, Jonathan tirou sua mão de dentro de minha calça e se afastou de mim imediatamente, nós dois tentamos nos recompor nos poucos segundos que tínhamos de vantagem, Jonathan voltou para a pia e ligou a torneira como se estivesse lavando a louça esse tempo todo e não ao amassos comigo, eu fiquei em pé no meio da cozinha olhando para o chão tentando parecer o mais normal que eu pude, o que era quase nada.
- Elliot? – Victor disse surpreso quando entrou na cozinha – eu achei que você tinha ido dormir – Jonathan estava mais confortável, ele estava sem sapatos e sua camisa estava completamente desabotoada.
- Sim.... Eu vim beber um pouco d’água antes de ir dormir... – ele me olhou e eu o encarei de volta, ele olhou para minha mão vazia, eu imediatamente peguei um copo no armário e enchi de água e bebi, não queria beber água, mas bebi a força – bem... boa noite – eu disse e saí apressado da cozinha.
Quando cheguei no meu quarto eu finalmente consegui respirar calmamente, eu tirei a minha roupa e deitei na minha cama, eu ouvi mais conversas e risadas do andar de baixo e depois de algumas horas eu os ouvi subindo as escada e vi quando suas sombras passaram pela minha porta, os dois ainda conversavam, mas eu não entendia a conversa entre os dois.
Depois de uns quinze minutos eu ouvi mais passos vindo em direção de meu quarto, e quando chegou em minha porta ele a abriu devagar.
- Elliot? – eu ouvi, era Jonathan.
- Sim – eu disse, Jonathan se aproximou de mim e se sentou na cama – tudo bem? – em me levantei e me sentei.
- Sim, eu só queria de dar boa noite, nossos rostos se encostaram mais uma vez e demos outro beijo.
- Eu quase tive outro infarto mais cedo.
- Eu sei, me desculpa eu não deveria ter forçado
- Tudo bem, foi até emocionante – eu disse.
- Sério?
- Sim.
- Eu sabia! – Jonathan disse – então você não se importaria se te eu visitar você mais tarde?
- Não sei, acho que não se você viesse aqui hipoteticamente – Jonathan me beijou.
- Então se eu hipoteticamente viesse aqui, você poderia ficar hipoteticamente “pronto”?
- Hipoteticamente ok – eu disse.
Jonathan foi embora do meu quarto, e eu tirei o restante de roupa que eu estava e fiquei esperando meu irmão me visitar, e eu esperei, e esperei mais um pouco. Horas depois eu já estava impaciente, porque ele não tinha vindo até o meu quarto? Algo tinha acontecido com ele e Victor? Eu tentei esquecer aquilo e ir dormir de uma vez, mas o sono não vinha, e o fato de John não ter vindo até meu quarto ficava me perturbando a cada minuto que eu não dormia.
Foi quando eu pensei, que talvez ele quisesse que eu fosse até lá, estávamos falando sobre nos esgueirar e passar despercebido, e Jonathan vir até o meu quarto não era tão emocionante quanto eu ir até o dele, eu não sabia se o Victor estava no quarto com ele, eu não tinha arrumado o outro quarto para ele, havia me esquecido, e eu fui para o meu quarto cedo depois que Vitor quase nos flagrou, então não sabia se onde ele tinha ido dormir.
Eu passei mais alguns minutos matutando em minha cabeça e arrumando coragem para fazer o que eu estava pensando, eu desisti muitas vezes, mas finalmente eu tinha tomado coragem de ir até lá, eu me levantei e saí do meu quarto, eu estava completamente nu, seria mais fácil quando eu ficasse com Jonathan, eu pensei, e eu não ficaria lá muito tempo, aquela vez não era tanto sobre prazer, mas a emoção e o frio na barriga.
Eu caminhei completamente cego pela falta de luz daquela noite sem lua, eu fui segurando pela parede até chegar no quarto de Jonathan, e abri a porta o mais devagar que pude, devia ter ficado só abrindo a porta durante minutos, aquela era a primeira vez que eu havia feito algo do tipo e todo meu corpo estava suando frio e meu coração batia mais forte.
Como eu pensei, Victor avia dormido no quarto de Jonathan, eu consegui ver seu vulto no chão perto da porta, eu passei por cima dele e fui para cama onde Jonathan estava, meu coração agora batia incessantemente, estar pelado naquele quarto com meu irmão mais velho.
Eu me deitei na cama ao lado de meu irmão e entre dentro do edredom, Jonathan estava dormindo, ele acordou quando eu me deitei ao seu lado, eu coloquei meu dedo em sua boca fazendo ele ficar quieto – xiiiii – eu disse. Jonathan estava apenas de cuecas dentro do edredom – não podemos 
fazer barulho – eu disse e coloquei minha mão dentro de sua cuca, eu não conseguia ver o rosto de Jonathan, mas conseguia sentir sua respiração ficar mais pesada, ele tentou falar alguma coisa diversas vezes, mas parou antes de pronunciá-las. 
Segurei seu pau e fui massageando-o até que ele começasse a ficar duro, quando ele estava completamente duro eu puxei sua cueca mais para baixo e subi em cima de Jonathan, eu olhei para Victor dormindo no chão, o edredom cobria completamente seu rosto, e ele estava em um sono pesado, com o tanto que ele e os outros haviam bebido, me surpreendeu Jonathan estar acordado como eu. 
Em cima de Jonathan eu me sentei em sua barriga e segurei o seu membro por de trás de mim e ia rebolando em cima dele com seu pau colado em minha bunda, Jonathan parecia ter gostado daquilo, ele ficou mais duro e finalmente havia tomado iniciativa, ele segurou o seu pau e minha cintura e foi fazendo os movimentos de vai e volta com sua cintura, eu conseguia sentir todo o cumprimento de seu pinto em minha entrada, em empinei um pouco mais meu bumbum para abrir ainda mais e deixar espaço para meu irmão.
Eu apoiei minha mão esquerda na cama e com a minha direita eu segurei no  braço de Jonathan, por um segundo ele parecia maior e mais definido que o normal, mas aquilo não ficou na minha cabeça, já que Jonathan cuspiu em sua mão e passou em seu pau, não demorou muito até que ele começasse a tentar entrar em mim, sem nenhuma calma John colocou seu dedo indicar em minha bunda e foi procurando até achar minha entrada, ele cuspiu mais uma vez e passou em minha entrada e logo depois colocou sua cabeça nela, eu quase gemi, saiu um pouco antes de eu fechar minha boca, Jonathan com sua mão livre segurou minha boca e depois deu um pequeno tapa em meu rosto, aquilo era novo, Jonathan nunca tinha feito aquilo, mas eu levei na esportiva, já que havia gostado de certo modo.
Depois de sua cabeça entrar, Jonathan não poupou tempo e enfiou todo o seu cumprimento dentro de mim de uma só vez, eu quis gemer mais uma vez, mas a mão de Jonathan e minha boca não me deixou. Jonathan começou a meter em mim, ele não foi nenhum pouco gentil, ele já havia começado à mil, o que me fez querer gemer mais ainda. Eu olhei para Victor deitado no chão, ele não havia se movido ainda.
Jonathan meteu em mim naquela posição por mais um tempo, até que de uma vez ele saiu de baixo de mim e me deitou na cama de bruços e me fez empinar a bunda, ele apertou ele bem forte e depois deu uma mordida antes de introduzir seu pau novamente em mim, se antes ele já tinha controle sobre mim, agora ele me dominava completamente, ele levantou um de seus pés e se apoiou na cama, segurava com sua mão esquerda minha cintura e com sua mão direita ele segurou meu pescoço, ele nunca tinha feito aquilo antes, me segurar pelo pescoço, e as vezes ele me apertava e me deixava sem ar por alguns segundo, e tentava me equilibrar com meu braço e cotovelo na cama, mas Jonathan estocava com força e me puxava contra os movimento de sua cinturar, então quando ele tirava seu pau de mim ele me empurrava e quando ele entrava em mim ele me puxava em sua direção o que fazia seu pau entrar dentro de mim completamente, aquele foi uma das únicas noite que eu realmente me senti fodido.
Meu coração não parava mais, minha barriga estava gelada, e o medo de ser pego por Victor deixava todo aquele momento que já era completamente prazeroso ainda melhor, Jonathan apenas parou de me foder, quando ele estava prestes a gozar, ele me soltou na cama,  e nem deu tempo para eu retomar meus sentido, quando ele subiu em cima de mim e colocou seu pau bem de frente ao meu rosto, ele puxou minha cabeça na direção ao seu membro e tudo o que pude fazer foi abrir minha boca e receber todo meu irmão dentro de mim, ele foi contudo até minha garganta, eu me engasguei por alguns segundos, mas John tirou seu pau de lá rapidamente, ele deixou apenas sua cabeça dentro de minha boca, eu abracei seu pau com minha língua e logo senti Jonathan despejar todo o seu sêmen dentro de minha boca, não tinha outra opção além de engolir toda a semente de meu irmão. Eu tinha masturbado e chupado Jonathan na noite anterior, mas pela quantidade que ele havia jorrado parecia que ele estava a dias sem gozar.
Jonathan caiu morto do meu lado, eu ainda estava com seu gozo em minha boca, quando o abracei de lado e coloquei minha cabeça em seu ombro. Jonathan parecia maior, e quando eu passei minha mão pelo seu peitoral e percebi que havia pelos, por um segundo eu estranhei aquilo, por um momento achei que era meu pai do meu lado, foi quando eu me dei conta do que havia acontecido, em me sentei na cama e olhei bem para o rosto de Jonathan, não conseguia ver suas feições direito, oi então que eu peguei o abajur do lado da cama, e liguei ele apenas um segundo e logo desliguei, queria estar errado, então não quis acordar Victor, mas eu não o iria acordar, já que tinha acabado de transar com ele.
Eu dei um leve gemido de susto, e eu consegui ouvir a risada baixa e sarcástica de Victor, meu coração que estava batendo tão rapído antes, agora parecia ter parado suas funções.
- Vi... – eu tentei dizer, mas Victor segurou minha cabeça com uma mão e com a outra ele colocou seu dedo indicador em minha boca.
- Xiiii – ele disse rindo.
- Você... – eu falei mais baixo ainda.
- Sim – ele disse, Jonathan que era quem estava no chão se mexeu, e fez meu coração parar mais ainda, eu queria entender o que tinha acontecido, mas não seria naquele momento, eu sai correndo do quarto e voltei para o meu e me escondi debaixo de meu edredom. O que eu tinha feito? Victor? 
Eu me martirizei durante toda a noite, não consegui fechar os olhos até que finalmente amanheceu. Eu ouvi os três acordando e descendo para o andar de baixo, eu me vesti, estava nu desde aquilo, quando desci meu pai, Jonathan e Victor estavam tomando café da manhã normalmente, Victor era o que mais falava, era como se nada daquilo tivesse acontecido.
Eu me sentei na mesa e comi, o mínimo que pude, não estava com fome, mas eu ainda tinha o gosto de Victor em minha boca, ele me olhava constantemente com seu olhar amedrontador. Eu não queria ficar mais ali.
- Está tudo bem filho – meu pai disse segurando minha mão.
- S-Sim, eu só não dormi bem -eu disse.
- Tem certeza? – Victor disse com seu tom de voz característico.
- S-S-Sim
- Como assim? – Jonathan perguntou para Victor.
- Não, ele tinha ido dormir tão cedo, achei que ele estava com sono depois da noite que tivemos – ele disse olhando para mim – você que deveria ter dormido mal, já que perdeu a aposta ontem.
- Aposta? – meu pai perguntou.
- Sim, ontem à noite, antes de irmos dormir, apostamos que quem terminasse uma lata de cerveja primeiro iria dormir na cama.
- Ah, sim.
- E o Johnzinho perdeu – Jonathan riu de nervoso, ele e Victor sempre apostavam as mais diversas coisas, e Jonathan sempre perdia, eu não falei mais nada e saí da cozinha, Jonathan foi em minha direção.
- Elliot?
- Oi
- Eu... Eu não consegui ir ontem à noite em seu quarto, quando eu deitei eu capotei e só acordei hoje.
- T-Tudo bem, eu também dormi.
- Mas você não falou que não havia dormido?
- Sim, é.... eu acordei de madrugada e não dormi mais, foi isso que eu quis dizer.
- Ok, você te certeza que tá tudo bem? Você está estranho.
- Eu.., eu só preciso dormir, eu vou para o meu quarto – eu saí da sala e fui para o meu quarto e caí novamente em minha cama. Como eu poderia ter sido tão burro e não perceber que aquele não era Jonathan, e agora o que eu faria?
Poucos minutos depois alguém entrou em meu quarto, era Victor.
- Tudo bem? – ele disse fechando a porta e se escorando nela.
- Victor eu...
- Eu sei.
- C-Como assim?
- Eu sempre desconfiei de você e o John, mas o papai? Esse foi uma surpresa.
- Eu...
-Não se preocupe, eu não vou contar nada para ninguém, eu até tinha imaginado que eles fizeram algo com você, mas depois do que você fez ontem, talvez o vilão na história seja você no final das contas.
- Eu?
- Sim, você conseguiu fisgar o John e o papai, ao mesmo tempo, eu pensei que devia ter algo em você diferente, então quando você pegou no meu pau ontem, eu pensei, por que não? Afinal eu não seria o primeiro irmão que te comeu, e nem o parente mais velho.
- Você... você é um idiota – eu disse com raiva.
- Porque tanta raiva? Eu devia te agradecer, já fazia um tempo que eu não comia ninguém e você veio a calhar, e agora eu posso dizer que eu entendo o papai e o John, ter você morando com eles facilita mais as coisas, e não se preocupe, eu não julgo – ele disse, ele tinha um tom de desdém em sua voz o que me fez ficar com mais raiva.
- Eu... eu vou contar para o papai – eu disse.
- Você tem certeza? O papai não faz o tipo de quem gosta de compartilhar as coisas, eu não entendi o fato dele aceitar logo o Jonathan, mas será que ele vai aceitar a ideia de mais um comendo o filhinho dele?
- Eu...
- Não se preocupe, que tala gente fazer um pacto. Eu não conto o seu segredo para ninguém e você não conta para ninguém o nosso segredo, okay?
- Eu... – eu não sabia o que falar, fiquei calado.
- Vou aceitar isso com um sim, bom dia irmãozinho, você com certeza virou um adulto ontem – Victor saiu do quarto e me deixou sozinho com raiva, como ele podia ser tão presunçoso? 
Papai sempre disse que ele era o melhor advogado de sua firma, e que para ser um bom advogado você precisava não ter escrúpulos, mas aquilo... Eu nunca quis bater em alguém como eu quis bater em Victor naquele momento, eu sempre soube que Victor era um pouco egocêntrico e egoísta, mas não imaginava que ele era um canalha daquele jeito.
Depois daquele dia, eu fiquei meses sem ver Victor, não queria vê-lo pintado de ouro e sempre fugia e tampava meus ouvidos quando o nome dele surgia, até hoje eu guardo um certo rancor pelo o que ele fez e disse para mim, mas no final das contas nós dois éramos irmão e eu conseguiria fugir dele até certo ponto, ele cumpriu o que disse e nunca mais tocou naquele assunto tínhamos uma relação estranha antes daquilo, mas agora era só aparência, ambos compartilhávamos um segredo que ninguém mais sabia, e eu pretendia levar aquele segredo para o meu túmulo.

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