Capítulo 13 | O FILHO MAIS NOVO

Meu pai segurava minha cabeça contra a cama, eu não conseguia ver nada, comecei a entrar em desespero, meu pai puxou o resto de edredom que cobria o meu corpo me deixando totalmente nu e vulnerável aos dois, meu corpo estava frio e eu não parava de chorar com o que estava acontecendo, Jonathan tentou dizer alguma coisa, mas nosso pai fez alguma coisa que não o deixou falar.
- Vai logo! – Meu pai disse, sua voz estava alterada, eu conseguia sentir a magoa e o ressentimento em sua voz, eu estava arrependido, tudo aquilo só estava acontecendo por minha culpa, se não fosse por mim meu pai não faria aquilo.
- O-Okay... – Jonathan disse nervoso, sua voz estava abatida, ele mal conseguia falar, ele segurou a minha cintura com sua mão esquerda, eu comecei a chorar e tremer pois sabia o que estava prestes a acontecer.
- Pai... – eu consegui dizer – não..., por favor...
- Você cala a porra da sua boca – meu pai disse, sua mão ainda pressionava minha cabeça na cama, estava começando a doer ter a minha cabeça naquela posição, mais em relação a tudo que estava acontecendo aquilo era o menor de meus problemas – cala a boca, senão... – Meu pai disse novamente só que em um tom diferente, mais baixo, parecia que ele estava prestes a chorar.
- Eu faço, não machuca ele – Jonathan disse, esse eu tinha certeza que chorava por sua voz.
Jonathan segurou minha cinturar mais uma vez, mais firme agora, e eu senti algo em minha entrada, era a cabeça de seu pau, ele tentou entrar em mim algumas vezes, mas depois cuspiu em seu membro para poder facilitar, eu tentei me mexer, não queria aquilo, mas meu pai segurava minha cabeça e Jonathan segurava minha cintura, eu conseguia sentir a mão de Jonathan tremer.
Quando ele finalmente me penetrou seu membro entrou com facilidade, ele não estava em seu estado normal, estava menor, mais flácido, Jonathan tentou fazer algumas estocadas, mas seu pau não conseguia ficar dentro de mim, até que eu senti ele se soltar de mim e sentar atrás de mim, eu conseguia ouvir o choro dele, eu não estava acostumado a ver Jonathan chorar, não daquele jeito, nem quando éramos crianças, eu sempre fui o chorão dos quatro filhos, mas agora Jonathan chorou em um coro uníssono com o meu, nós dois chorávamos como um bebê, meu pai soltou sua mão e eu me derrubei na cama em prantos.
Eu me cobri o mais rápido possível, eu me senti um pouco mais seguro com o edredom me cobrindo, mas ainda tinha medo, meu pai estava em pé em minha frente, quando eu me permiti olhar para o seu rosto eu vi que ele estava completamente vermelho, ele chorava, quando olhei para trás Jonathan estava sentado aos meus pés, ele chorava.
Meu pai não estava mais apontando a arma para nós, o ódio em seu olho tinha acabado, ele apenas estava desolado, como nós dois, ele andou para trás e se sentou no canto do quarto no chão e abraçou suas pernas. 
Nós três estávamos horríveis, como se alguém tivesse morrido, Jonathan estava em prantos, meu pai estava em outro mundo, e eu apenas observava os dois sem saber o que fazer. Eu me levantei da cama peguei minhas peças de roupa e sai do quarto na maior velocidade possível e fui para o banheiro e me tranquei lá, eu não consegui dar nenhum passo, apenas deixei as minhas roupas caírem no chão e logo após foi a minha vez de cair, eu continuei a chorar, abracei minhas pernas e fiquei em posição fetal em prantos até que eu caísse no sono, eu estava me sentido tão nervoso, que no primeiro momento que me senti aliviado eu apenas desmaiei.
Eu acordei com meu pescoço doendo e meu rosto completamente inchado por chorar e com alguém batendo na minha porta desesperadamente, era meu pai – Elliot? Eli! – ele disse, eu não quis responder, e não sabia se eu teria voz para responder, minha garganta estava seca e parecia que não sairia sequer uma palavra dela, eu não quis abrir, não sabia o que me esperava do outro lado. Com minhas ultimas forças, eu vesti minha roupa, que na verdade não era minha, eu apenas consegui pegar minha cueca e a camisa que Jonathan estava usando que era muito grande para mim.
Eu me sentei no vaso sanitário após passar água no meu rosto e beber um pouco de água da torneira, meu pai ainda batia na porta, ele não estava com raiva, falava com calma – está tudo bem Elliot – ele disse.
- Está bem mesmo – eu ouvi outra voz, Jonathan, falando um pouco mais longe que a do meu pai.
Eu não queria abrir a porta, queria poder ficar ali o resto de minha vida, mas depois de alguns minutos eu tomei coragem e destranquei a porta, meu pai e Jonathan estavam do outro lado me esperando, meu pai não estava mais de terno, apenas com a camisa meio abotoada e meio aberta na parte de cima, Jonathan usava sua calça preta que estava antes, os dois também tinham o mesmo rosto inchado que eu tinha, meu pai ainda estava um pouco vermelho.
Eu apenas abri a porta e fiquei dentro do banheiro a segurando caso algo acontecesse – Por que não descemos e conversamos lá embaixo okay? – meu pai disse, sua voz estava abalada,  ele foi o primeiro a descer as escadas, Jonathan ficou, eu olhei para ele em dúvida – está tudo bem, nada vai acontecer mais – ele disse e seguiu meu pai para o andar de baixo.
Eu fui para as escadas e desci cada degrau apreensivo, quando cheguei no último eu vi meu pai sentado na poltrona, meu irmão sentado no sofá de três lugares, eu fui para o sofá de dois lugares.
- O... O que aconteceu – eu disse, eu podia falar afinal.
- Elliot eu... – meu pai começou
- Está tudo bem agora – Jonathan disse,
- Elliot me perdoa – meu pai disse, ele saiu da poltrona e veio em minha direção, e ajoelhou uma de suas pernas na minha frente, ele pegou minha mão direita – eu... eu não sei o que deu em mim, quando eu vi o que vocês dois estavam fazendo, eu perdi a razão, eu... eu não deveria ter feito aquilo, por favor meu amor me perdoa – eu não sabia o que fazer, olhei para Jonathan, ele estava calmo, com se nada daquilo estivesse acontecido, ele me olhou como se dissesse que seria minha escolha se eu decidisse o perdoar.
- Eu...
- Eu não deveria ter feito aquilo, eu não sei se eu vou me perdoar por apontar uma arma para vocês, mas se serve de alguma coisa, não havia balas lá, eu nunca.... eu nunca iria puxar o gatilho, eu nunca faria isso com você Elliot, e nem com você Jonathan, eu amo os dois eu nunca teria coragem para fazer isso.
 - Vocês...? – eu disse.
- Nós estamos bem – Jonathan disse, ele se aproximou e sentou do meu lado e pegou minha outra mão – nós conversamos no quarto, como nós nunca conversamos antes e nós fizemos as pazes... por tudo – eu olhei para o meu pai.
- Sim, ele me contou tudo que passou por minha causa, que ele... – meu pai não quis continuar, eu soube o que ele queria dizer, Jonathan tinha contado se maior segredo para o nosso pai, a conversa que eles tiveram devia ter sido intensa.
- Vocês são amigos agora? – eu disse
- Sim, eu talvez nunca saiba como me desculpar com vocês dois em minha vida, a única coisa que eu posso fazer e pedir perdão.
- Pai... – eu disse, não sabia o que falar, meu pai começou a chorar, ele posou a cabeça em meu colo.
 - Me perdoem – uma de sua mão segurava a minha e a outra a de Jonathan, estávamos nós três, cada segurando a mão um do outro, todo o sentimento de angustia, de dor que eu estava sentindo estava se dissipando, Jonathan me abraçou e não precisamos dizer mais nada, talvez aquilo voltasse para nos assombrar no futuro um dia, mas meio que inconscientemente tentamos apagar aquele dia de nossa cabeça, os três estávamos dispostos a isso e começar do zero, e meu coração se esquentou mais uma vez ao ver que nosso pai e Jonathan estavam próximos mais uma vez.
Naquela noite cada um dormiu em seu quarto, não falamos muito depois daquilo, no outro dia foi a mesma coisa, as feridas ainda estavam muito novas para fazer algo, mas com o tempo a confiança e o amor foi crescendo novamente e tomando conta da casa, pela primeira vez em muito tempo eu me senti leve, não havia mais mentiras ou magoas em mim e nenhum dos três, podíamos voltar a ser o éramos antes, pai e filhos com um toque a mais em nossa relação.


Uma noite estávamos eu e meu pai estávamos deitados no sofá assistindo um filme qualquer, eu não estava prestando atenção, eu sequer estava virado para a televisão eu estava abraçado com meu pai, enquanto nós dois nos beijávamos, meu pai se focava principalmente na área de meu pescoço.
- Você tem certeza que não quer ir para o quarto? – eu perguntei enquanto sentia meu pai sugar a pele de meu pescoço.
- Sim, eu não sei se consigo ficar sem te tocar assim por muito tempo – eu já conseguia sentir sua ereção pois minha perna direita estava entre as pernas dele.
- Papai? 
- O que foi filho?
- Eu te amo – eu disse, aquele era a primeira vez que eu disse aquilo em um bom tempo e também a primeira vez que ficávamos tão íntimos depois do que havia acontecido com Jonathan, minha confiança demorou para se reerguer, e eu também quis mostrar para ele que suas ações tinham uma consequência, se ele fizesse algo como aquilo novamente, ele não ficaria apenas sem sexo como punição. Ele entendeu, e esperou por mim, ele fez muita pressão, meu pai estava quase explodindo, e ele deixava aquilo claro de alto e bom som.
Eu não vou mentir e dizer que eu não senti faltado toque de meu pai, mas aquilo era para um bem melhor, eu ri, de certa forma, naquele instante eu me senti o pai, e meu pai parecia o filho que tinha aprontado, de certa forma, eu gostei daquela inversão de papeis por um tempo, mas até eu podia falar que o Sr. Tom já tinha ficado de castigo por muito tempo.
- Eu posso? – meu pai me perguntou segurando minha camisa eu disse que sim acenando minha cabeça, aquilo foi mais do que meu pai precisava para me atacar com toda a luxuria que ele tinha de sobra guardado, a única razão de ainda estarmos de roupa naquele momento era o castigo em que eu tinha colocado meu pai, e agora que eu tinha dado minha permissão verbal, acho que passaríamos muito tempo sem roupa.
Logo estávamos pelados, como eu supus, meu pai não me decepcionava em sua agilidade, eu estava deitado de costas no sofá e meu pai ajoelhado em cima de mim me beijando, ele estava me segurando com uma de suas mãos e com a outra ele manuseava seu membro que estava completamente enrijecido, meu pai me puxou e me deixou ajoelhado de quatros no sofá, ele não estava lá para rodeos, já faziam semanas que não transávamos, e ele foi direto ao ponto, eu logo senti dois de seus dedos me penetrarem e abrirem caminho para o prato principal, ele cuspiu em minha entrada em sem delongas ele me penetrou com sua cabeça, eu dei um pequeno gemido, naquele momento eu percebi que tinha sentido tanta a falta daquilo como o meu pai.
Depois de sua cabeça, meu pai deixou seu pênis achar caminho em mim, e quando ele entrou completamente, meu coração já batia mais rápido e forte, eu desci do sofá e coloquei meu pé esquerdo no chão e me apoiava no sofá com meu joelho direito e minhas mãos, meu pai estava em pé atrás e dentro de mim, ele era mais alto do que eu então tinha que se agachar um pouco para que seu pau entrasse completamente em mim, ele apoiava sua mão direita em meu ombro e com sua esquerda ele segurava minha cintura, suas mãos firmes me impediam de fugir ou de me mexer muito.
- Eu senti tanta a falta disso – meu pai disse quando começou a e foder, ele começou com a maior força de vontade, ele não poupou esforços naquela hora, sentir meu pai tão perto de mim daquele jeito me fez corar, fazia tanto tempo que tinha me esquecido como era a sensação, por um minuto me lembrei de nossa primeira vez, e como eu estava nervoso e tremia a cada toque a cada estocada a sua.
Depois de alguns minutos e completamente suado meu pai se sentou no sofá, e eu me sentei em seu colo, com seu pau adentrando completamente em mim, eu apoiei meus pés em suas coxas e com suas mãos meu pai segurou meu corpo e me fazendo subir e descer, aquele foi a minha primeira vez naquela posição, eu nunca tinha sentido meu pai dentro de mim daquele jeito, depois de algumas estocadas feitas pelo meu pai, ele disse que estava finalmente vindo e queria que eu tomasse seu leite daquele vez, eu disse que sim, mas quando coloquei meus pés no chão para sair de seu colo e me posicionar meu pai gemeu mais alto do que antes, e eu consegui sentir ele me preenchendo, eu gostei daquela sensação e continuei sentado em seu colo, estávamos encaixados perfeitamente naquela posição.
Depois que meu pai liberou toda a sua semente em mim eu finalmente sai de seu colo, eu o limpei o restante de gozo que havia sobrado em sua cabeça com minha língua e me sentei ao seu lado e voltamos a ver o filme.
Jonathan chegou um pouco depois daquilo, já não estávamos tão cansados, mas ainda estávamos pelados, se fosse algum tempo atrás, aquela cena seria completamente diferente, quando John chegou em casa ele nos deu boa noite e foi para a cozinha, e votou com uma latinha de cerveja na mão e se sentou na poltrona, ele começou a assistir o restante do filme conosco, ele já estava no final então não demorou muito até que ele acabasse, nosso pai estava tirando um cochilo sentado pelado no sofá.
- A noite foi boa? - Jonathan.
- Sim – eu disse olhando para o papai dormindo com a cabeça virada para o teto. 
- O castigo acabou?
- Sim, eu decidi que já era hora de acabar, você não acha?
- Sim, eu já estava começando a achar que eu não daria conta de você mais – ele disse brincando, eu não havia achado graça daquele comentário – Que horas são? – ele perguntou.
- Não sei por quê?
- Você olhou a televisão? – ele apontou com sua mão livre para a televisão e eu vi o que passava, era um filme adulto, já tinha passado da meia noite para aquele conteúdo estar passando na televisão, era um pornô hétero um pouco antigo, meu pai estava com o controle, então não havia jeito de mudar dali, e aparentemente John não queria que mudasse, uma de suas mãos estava segurando seu membro pela calça.
- Tudo bem ai? – eu perguntei.
- Sim, sé que... ver isso acordou ele um pouco – ele disse, eu ri de seu comentário – você não quer ajudar um pouco? – ele segurou seu membro que agora estava mais duro e grande e bateu com ele em sua outra mão. Estava um pouco cansado, mas eu decidi dar uma “mãozinha” para Jonathan.
Fui até a poltrona e me joelhei em sua frente, ele abriu as pernas e eu abri seu zíper, por algum motivo aquela posição, ajoelhado pelado na frente de John daquele jeito me deixava excitado. Estava tarde, e iria dormir em breve por isso fui direto ao ponto assim como meu pai, eu comecei a chupar meu irmão da melhor forma possível, demorou um pouco, Jonathan estava um pouco bêbado, mas ele pediu que eu parasse de chupá-lo pois estava prestes a gozar.
- Fica de quatro, eu quero te comer um pouco – ele disse cochichando, papai estava dormindo no sofá ao lado, nós dois fomos para o chão, e John levou seu dedo molhado com cuspe até a minha entrada e me lambuzou, nosso pai já tinha aberto o caminho, e ele sabia, por isso ele entrou em mim sem dificuldade e começou a me comer ele segurou minha cabeça contra o chão enquanto me fodia – ainda está quente – ele disse se referindo ao esperma de meu pai que ainda estava dentro de mim, ele me fodeu um pouco mais até finalmente gozar dentro mim, naquela hora com o pau de John ainda dentro de mim eu senti o gozo sair de mim e escorrer em minha perna – que tesão – meu irmão disse, ele passou seu dedo na combinação de esperma que escorria de mim e levou até a minha boca, eu lambi seus dois dedos.
Depois que terminamos Jonathan sentou no sofá ao lado de meu pai, que já estava acordado, eu não havia percebido quando ele tinha acordado, não sabia se ele tinha presenciado Jonathan me comendo completamente, mas estava mais do que claro, a calça de Jonathan arriada e seu pau a mostra que havíamos feito alguma coisa.
Eu me sentei no colo de Jonathan, em sua coxa direita, não queria sujar o sofá, Jonathan se sentou mais perto de meu pai, agora eu estava sentado em uma coxa de cada e me escorei nos corpos dos dois e apoiei minha cabeça no ombro de meu pai.
- Você gostou da noite? – meu pai perguntou.
- Sim – eu disse, continuamos a assistir o filme pornô, meu pai e Jonathan as vezes brincavam com meu membro eu fui mais ousado e peguei a mão de cada um e coloquei os dedos indicadores de cada dentro de mim os dois brincaram com seus dedo, e eu comecei a me masturbar, quando eu gozei em minha barriga, meu pai tirou seu dedo sujo da mistura das sementes dos dois e pegou um pouco do meu próprio e levou até a minha boca.
- Já ta na hora do café da manhã – ele disse, o dia já tinha amanhecido, e agora a televisão passava desenhos. Eu me levantei e me ajoelhei na frente dos dois, primeiro eu beijei meu pai, e depois Jonathan, e os abracei.
- Eu amo vocês – eu disse sorrindo.

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