Capítulo 12 | O FOLHO MAIS NOVO
Nós dois entramos debaixo do edredom, aquele agora era o nosso lugar seguro, dentro dali era apenas eu e Jonathan e não havia mais ninguém no mundo, apenas nós dois, e ambos estávamos entregues aquilo, não havia nada que pudesse estragar aquele momento.
Jonathan segurou meu rosto e colocou o seu dedão em meus lábios e o passou por todo o meu lábio inferior até que eu abrisse a boca para que ele pudesse entrar, eu passei minha língua em seu dedo e depois comecei a chupa-lo, enquanto isso, Jonathan arrancava a única peça de roupa que eu usava naquele momento, um short, me deixando completamente pelado, segurando a parte de trás de minha coxa esquerda, sua mão, que está me segurando forte, está próxima a minha bunda.
Agora com minha coxa para cima, Jonathan tem um ângulo melhor para sua virilha se aproximar da minha, eu consigo sentir seu membro ainda dentro de sua cueca pulsar na parte de dentro de minha coxa se aproximando cada vez mais próximo de minha entrada, ele começou a estocar conosco daquele jeito, Jonathan soltava os primeiro gemidos de prazer.
Ele começou a beijar meu pescoço, e foi descendo com sua língua pelo meu corpo até chegar em minha virilha, com apenas um puxão ele me virou de bruços e me pediu para empinar minha bunda – com prazer – eu disse rindo, quando escorei meu peso em meus joelhos e empinei minha bunda meu irmão começou a beijar minhas duas coxas, começando da parte atrás do joelho e subindo devagarinho sem tirar sua língua da minha pele, quando ele chegou até o pote de outro ele primeiro deu apenas uma lambida por toda a extensão de minha entrada, o que me fez estremecer e dar um me afastar um pouco, Jonathan não havia gostado daquilo, ele segurou minhas duas coxas, bem forte e as abriu, dando assim uma visão completa para ele. Eu me escorei com meu torso, deixando assim minha bunda a mais empinada possível.
John tinha controle total da minha parte inferior, eu não podia fugir dele, e eu não queria. Ele continuou seu trabalho com a língua, voltando mais uma vez por toda as minhas coxas até chegar a parte mais importante, ele lambeu toda a extensão de uma vez de novo, mas dessa vez, como minhas pernas estavam mais afastadas eu senti sua língua em minhas partes mais sensíveis, eu me surpreendi mais uma vez, mas dessa vezes, não consegui mexer pois Jonathan estava me segurando firmemente, o que me deixou apenas com a opção de gemer, eu consegui sentir a respiração dele em minha pele rindo.
- John... – eu disse.
Meu irmão continuou a passear com sua língua por minha entrada, ele deixou tudo melado o suficiente para que ele pudesse colocar seu dedo dentro de mim, primeiro ele me provocou passando seu dedo nas extremidades de meu cu e mais uma vez me surpreendeu o colocando dentro de mim e fazendo um giro completo com ele. Eu senti sua língua fazendo uma dupla agora que seu dedo tinha me penetrado – John... – eu gemi.
Não demorou muito até que ele colocasse outro dedo dentro de mim, seu maior dedo que me penetrou ainda mais profundamente, ele começou a tirar e colocar ambos os dedos dentro de mim simulando uma foda, aquilo vez meu coração bater mais rápido e eu consegui sentir o sangue se espalhando pelo meu corpo mais rápido.
Jonathan tirou seus dedos e continuou com sua língua, que agora depois de seus dedos abrirem espaço conseguia me penetrar mais facilmente, ele passou toda a sua língua em mim e fazia os movimentos mais diversos dentro de mim.
- Está pronto? – Jonathan disse.
- S-Sim.
Eu senti meu irmão se levantando e ficando de joelhos atrás, ele esfregou mais uma vez seu membro dentro da cueca em minha bunda, que estava completamente aberta naquele momento. Ele abaixou a cueca e deixou seu pau finalmente exposto, ele passou a sua cabeça rosada em minha entrada, ele cuspiu em seu pau e o lubrificou para que não houvesse dificuldade quando ele me fodesse.
Jonathan não tinha mais muita paciência, ele não demorou até colocar sua cabeça dentro de mim e depois penetrar seu pau por inteiro em mim, eu gemi quando senti o corpo dele tocar o meu, eu sabia que naquele momento ele estava completamente dentro de mim, eu me senti não apenas literalmente mais figurativamente completo naquele momento.
Jonathan não teve cuidado comigo naquela vez, ele começou a bombardear seu pau dentro de mim, que não tinha forças para fazer nada não gemer enquanto eu sentia ser fodido por ele.
- Elliot – meu irmão disse finalmente, eu estava debaixo do edredom, mas Jonathan não estava, então ele viu antes que eu que não estávamos mais sozinhos em casa, ou naquele quarto, Jonathan parou de me foder imediatamente e ficou ali, parado e ainda dentro de mim.
- John? – eu disse depois que senti ele parar de meter em mim.
- Elliot? – ele disse.
Quando eu tirei o edredom de cima de mim eu percebi que não havia sido ele que havia falado meu nome, mas sim nosso pai.
- P-Papai? – eu disse assustado
- O- O que isso significa
- Pai eu..., eu posso explicar, eu....
Meu pai estava assustado e completamente branco, ele não havia entendido o que estava acontecendo, ele saiu do quarto desolado e com pressa, eu e Jonathan nos separamos e cobri meu corpo com o edredom, e Jonathan ficou ao meu lado ajoelhado e completamente pelado em frente ao nosso pai, eu tentei sair da cama e ir em direção ao meu pai, mas Jonathan me segurou.
- Não – ele disse
Jonathan estava calmo, ele olhava para mim como se algo tivesse acontecido, sendo que aquilo seria a nossa perdição, meu coração batia mais rápido de desespero, todo o meu corpo tinha sido surpreendido com aquilo e parecia ter parado de funcionar, e me sentei em cima de minhas pernas e comecei a tentar raciocinar, o que eu faria? O que iria acontecer conosco? O que o nosso pai faria.
Jonathan segurou em meu ombro em uma tentativa falha de tentar amenizar o que havia acontecido, mas nada podia amenizar aquilo, eu comecei a chorar desesperadamente eu não sabia o que fazer, e nem o que iria acontecer dali para frente.
- Elliot, não chore eu... – Jonathan tentou falar, mas foi interrompido quando nosso pai voltou ao quarto.
- Papai – eu disse, seu rosto estava diferente, não havia mais medo, mas agora havia raiva e desgosto, e não só isso, com ele também havia uma arma, que ele havia apontado para nós, não, para Jonathan.
- O-O que você fez? – meu pai disse – ele te machucou Elliot?
- O quê? – eu disse sem entender – Não, pai não o Jonathan nunca me machucou ele...
- Então o que vocês estavam fazendo?
- Nós... – eu tentei falar.
- Nós estávamos transando – Jonathan disse em meu lugar.
- O que?
- Isso que você ouviu, transando – ele disse, Jonathan também estava com raiva – e essa não foi a nossa primeira vez, e nem será a última – Jonathan não estava com medo, não parecia que tinha uma arma apontada para ele.
- Vocês...?
- Sim, desde que eu cheguei, e nós viemos escondendo isso de você por todo esse tempo – meu pai olhou para mim, eu virei minha cabeça, não queria encarar ele naquele momento, eu só conseguia chorar.
- Elliot? Você?
- E eu também sei que vocês faziam o mesmo, então não seja hipócrita.
- Eu...
- Você nem ao menos tentou esconder, você achou que as paredes eram à prova de gemidos? Você não acha que eu não percebi que o Elliot dorme n seu quarto?
- Elliot você...
- O Elliot não é a mamãe pai, ele não vai apenas aceitar tudo o que você manda, ele tem as próprias vontades, e ele pode decidir oque quiser, especialmente se for ficar longe de você, ele não é um boneco no qual você vai mandar até que isso mate ele, do mesmo modo que você fez com a mamãe.
- Eu nunca...
- Não minta, não para mim.
- Mentir? Você está falando de mentir, e você Elliot? Vocês, se esconderam debaixo do meu nariz, fazendo deus sabe o que, vocês acham que eu sou o que? Eu sou o pai de vocês! – meu pai gritou
- Papai – eu tentei dizer.
- Cala a boca Elliot! – meu pai disse, aquela foi a primeira vez em anos que ele falou comigo daquele jeito.
- Viu – Jonathan levantou as mãos e apontou para nosso pai – se não for do jeito dele, não pode acontecer. – Você não consegue suportar que o Elliot tenha vontade própria, e que ele queria outras pessoas além de você, você não suporta que essa pessoa eu, de todas as outras, você acha que apontar essa arma para mim vai mudar o que aconteceu? Não vai!
- John... Papai...
- Vocês estão sobre o meu teto, vocês são meus filhos, vocês não vão fazer eu de trouxa desse jeito – meu pai olha para o chão – o que é isso? – Eu olho para ele e olho para o chão, a calça de Jonathan estava lá e do lado um envelope semiaberto com papeis saindo dele, era aquilo que eu havia sentido em seu bolso mais cedo, meu pai pegou o envelope.
Não era papéis, e sim fotos, as fotos que Jonathan haviam tirado de mim no outro dia, ele havia as revelado. Meu pai havia ficado louco ou ver aquilo, mas do que já estava, ele segurou a arma ainda mais forte e jogou as fotos em mim, eu me assustei com aquilo, eu peguei uma delas, eu estava totalmente pelado, ver aquilo me deixou com vergonha ainda mais ao saber que meu pai havia visto aquilo.
- Era isso o que você fazia quando eu ia trabalhar? Ein?
- Pai...
- Eu falei que te amava Elliot, e é isso que você faz comigo em retorno? Você – ele apontou para Jonathan, eu não estou surpreso, você faria qualquer coisa para me irritar, mas você Elliot? Eu pensei que você fosse melhor do que isso. É disso que você gostava? – ele se aproximou de nós e colocou a arma na cabeça de Jonathan – você prefere ele do que a mim?
- Não, eu...
- Você prefere que isso do que eu – ele apontou a arma para o membro flácido de Jonathan.
- Papai...
- Não me chame assim, eu não sou seu pai, não mais, você... e você... eu – ele segurou a arma com as duas mãos.
- Papai, por favor não faça isso, eu... – ele tremia, e a cada vez mais ele me deixava com medo.
- Já.... Já que vocês gostam tanto por que não se fodem agora?
- O que?
- Sim, aí você pode me mostrar o que você gosta que o Jonathan faça com você que eu não faça.
- Papai...
- Anda! - Ele gritou, seu olhar estava diferente, estava psicótico.
- Você está louco – Jonathan disse
- Vocês não me ouviram? – ele disse – eu mandei você foderem, anda continuem.
- Papai!
- Você não estava gemendo o nome de seu irmão? Anda continua, eu quero que você foda ele até eu mandar você parar.
- Pai... – Jonathan disse, sua calma tinha ido embora, e agora ele estava tão desesperado como eu
- Agora eu sou seu pai? Você me ouviu – ele se aproximou do rosto de Jonathan – se você não foder seu irmão agora eu explodo os seus miolos – ele falou pausadamente – ou você quer que eu exploda os dele – ele apontou a arma para mim.
- Pa....
- Okay – Jonathan disse
- O que? Não, eu... – tentei dizer
- Cala a boca – meu pai disse aproximando a arma de mim – você não devia reclamar, não é disso que você gosta? De ser fodido, um homem não é o suficiente para você, você precisa pedir ajuda do seu irmão?
- Pai eu...
- Anda! – ele disse, com sua mão livre ele me empurrou para cama e me fez colocar o rosto na cama, ele puxou meu corpo e me fez ficar na mesma posição de antes, mas agora era diferente.
- Agora fode o seu irmão – meu pai disse para Jonathan.

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