DESEJO - EP11

DESEJO

[Contos Incestuosos]

EP9

"AMIGO, DIVIDE O FILHO"
continuação de: " ELE GOSTA DE OLHAR FILHO "
Everaldo soltou Diego depois que seu pau amoleceu, ele correu para o banheiro e tomou um longo banho para tentar esquecer tudo que tinha acontecido, mas antes de se limpar Diego tocou todo o seu corpo que tinha gozo enquanto se masturbava e o gozo de seu pai escorria em sua coxa, ele não queria que ninguém o visse daquele jeito. Antes de entrar no chuveiro ele provou dos três gozos diferentes que estavam nele.

Quando ele acordou ele estranhou o cheiro de café, ninguém fazia café naquela casa além dele, quando ele foi para a cozinha ele viu seu pai e Rodrigo se servindo de café e pão.

- O que é isso? – Diego perguntou.

- Se serve – Everaldo disse ríspido.

Diego não iria reclamar, ele apenas se sentou e comeu, os dois ainda fediam bebia, depois de se trancar no seu quarto ele apenas tinha caído na cama de tão cansado que estava.

- Quem comprou isso? – Diego finalmente perguntou.

- Eu – Rodrigo disse, claro que não tinha sido seu pai – eu tava com fome e comprei, não reclama viado.

- Não me chama assim – Diego disse,

- Mas não é isso que você é?

- Não!

- Então quem estava se masturbando lambendo o nosso gozo no banheiro ontem? – Rodrigo riu com a cara que Diego fez, ele tinha sido observado.

- Eu...

- Cala a boca e come que é o melhor que você faz – Everaldo disse.

Diego comeu, Everaldo e Rodrigo levantaram da mesa – E é melhor arrumar essa bagunça senão você já sabe né – o pai de Diego disse ele e Rodrigo se olharam e riram entre si. Diego não gostou, mas ele arrumou a cozinha, lavou a louça enquanto os dois assistiam televisão na sala. Rodrigo entrou na cozinha e se aproximou de Diego e apertou sua bunda ele então o empurrou em resposta, Rodrigo não gostou da atitude do mais novo e avançou em cima do menor e o apertou contra a parede com seu corpo e suas mãos foram direto em seu pescoço – Que foi? Não gostou?

- Não!

- Ontem você amou ser comido pelo seu próprio pai, não é? – Rodrigo tirou seu membro para fora – pega – ele disse, mas Diego não fez nada – PEGA!! – ele gritou dessa vez, Diego pegou, ele estava de costas para Rodrigo – bate uma pra mim agora – ele disse, o mais novo começou a masturbá-lo, eles ficaram ali até Rodrigo finalmente gozar na coxa de Diego, Rodrigo saiu da cozinha depois de se limpar no short de Diego – você vai ser a minha perdição garoto.

Diego, que estava um pouco estático, continuou na posição em que estava contra a parede, ele não queria admitir que estava excitado com aquilo, ele tocou seu pescoço e ele ainda conseguia sentir as mãos de Diego em volta, qual era o seu problema? Ficar daquele jeito.

O menino terminou de lavar a louça e foi em direção ao seu quarto, mas enquanto passava pela sala seu pai o chamou.

- O que é isso? – Everaldo perguntou apontando para o short de Diego a sua perna que ainda escorria com gozo.

- N-Nada pai eu... – Diego não terminou a frase, Everaldo já sabia o que era aquilo, Rodrigo tinha contado para ele, e botou a culpa completamente no jovem, O pai ficou extremamente furioso. – Você tá se engraçando pra macho é? – ele agarrou o cabelo na parte de trás do cabelo do filho que gemeu com o toque do pai.

- N-Não ele que...

- Cala a boca! – Everaldo interrompeu seu filho mais uma vez, ele começou a rasgar a camisa de Diego.

- Pai! – Diego não entendeu.

- Você não age como uma puta quando tem macho aqui em casa? Pois bem, vamo ver se você gosta de ser uma puta, uma puta de verdade – Everaldo abaixou o short de seu filho deixando apenas com a sua cueca, depois ele virou o filho e rasgou a parte de trás da única peça de roupa que guardava a vergonha do mais novo – você vai ficar assim, o dia inteiro e se eu ver você com outra coisa você vai apanhar, entendeu? – Diego concordou com o pai, Rodrigo via toda aquela cena com um sorriso no rosto – você também não vai piar nenhuma vez, se você dizer um não hoje vai se arrepender, e também nem pense em se trancar no seu quarto.

Diego estava vermelho, com vergonha e com raiva de Rodrigo, todas as investidas de seu pai antes dele aparecer eram apenas quando ele estava mais alto, e o mais velho era sempre gentil, Diego gostava quando sue pai aparecia de noite em seu quarto ou quando o chamava para o seu, mas depois de Rodrigo Everaldo tinha mudado, era mais rude e não escondia para ninguém o que acontecia entre os dois. Diego sempre passava na frente de um bar para poder fazer o caminho de casa e seu pai estava lá constantemente, nas últimas semanas ele não pode não notar como os homens lá dentro faziam um alvoroço quando ele passava, com os dias passando a maioria de seus colegas também começaram a o olhar de maneira diferente, e sempre cochichavam quando ele passava. A única pessoa que Diego tinha não só naquela escola, mas em sua vida era Edgar.

Os três passaram o dia juntos, estranhamente Everaldo não tinha bebido quase nada, ele já estava quase caindo quando a tarde chegava, mas naquele dia foi diferente, quase nenhum dos dois tocaram na bebida que tinha aos montes. Os dois também saíram e deixaram Diego sozinho em casa, ele pensou em se vestir, mas não queria contrariar o pai, antes dos dois chegarem ele se admirou no espelho, apenas de cueca e com um grande rasgo no meio deixando sua bunda totalmente a mostra.

Quando os dois chegaram eles trouxeram várias sacolas em suas mãos – O que é tudo isso? - Diego perguntou.

- Não te interessa – Everaldo disse.

- Com que dinheiro você comprou tudo isso pai? – ele perguntou.

- Com o meu – Rodrigo disse, mas nós temos uma surpresa para você – Rodrigo disse com aquele sorriso maléfico.

- O quê?

- Nós te mostramos depois, mas agora você tem que limpar essa casa, anda ligeiro!

- Por quê?

- Por nós mandamos – seu pai jogou uma das sacolas no Diego e vários produtos de limpeza e utensílios caíram aos seus pés.

Diego começou a dar uma faxina em sua casa, coisa que ele não fazia a muito tempo, ele começou de manhã e só acabou no final da tarde, Rodrigo e Everaldo ficaram assistindo televisão e conversando na maior parte do tempo e depois quando a tarde foi chegando o pai do mais novo começou a mexer e temperar carne, aparentemente eles teriam um churrasco.

- Pai, eu posso me vestir agora? – Diego perguntou quando viu seu pai sozinho na cozinha.

- Não – Everaldo disse – eu quero que todo mundo veja a vadia que você é, você já está acostumado a se insinuar para estranhos.

- Pode sim, você vai se vestir não se preocupa – Rodrigo disse colocando sua mão no ombro de Diego – mas antes você tem que fazer uma coisa para mim.

- O quê? – Diego perguntou.

- Posso – Rodrigo perguntou para Everaldo, que concordou com a cabeça.

Rodrigo pegou outra das sacolas que sobraram e empurrou Diego até o banheiro e trancou a porta guardando a chave em seu bolso, o corpo de Diego congelou, o que iria acontecer com ele? Rodrigo ligou o chuveiro e empurrou Diego para dentro do box, ainda de cueca, depois de ficar completamente molhado o mais velho mandou-o fechar o chuveiro e se aproximar dele que estava sentado no vaso sanitário fechado.

- O-O que foi? – Diego perguntou tremendo.

Rodrigo não se preocupou em responder, apenas tirou a cueca encharcada do corpo de Diego deixando o pelado, o mais novo tentou esconder sua virilha, mas Rodrigo não deixou, ele pegou a sacola do seu lado e tirou de lá uma maquina de cabelo, ele abriu a caixa e conectou a máquina na tomada.

- O que você está fazendo?

- Nós queremos você lisinho hoje – ele disse finalmente.

Rodrigo passou a máquina por todos os seus pelos pubianos de Diego e depois pela sua perna e axila, todo o corpo de Diego estava aparado – vai passar água de novo – Rodrigo disse, ele foi cuidadoso com o mais novo, como ele não tinha sido nos últimos dois dias, depois de se banhar novamente e tirar todo o restante de cabelo que sobrou em seu corpo, ainda molhado ele voltou para Rodrigo que tinha espuma de barbear e uma presto barba em cada uma de suas mãos. Os dois ficaram dentro do banheiro quase uma hora, aprontando Diego, que mal sabia o que estava prestes a acontecer, naquele minutos Rodrigo conheceu cada parte do corpo de Diego de perto, não havia nada em Diego que Rodrigo não tinha visto, não tinha tocado depois de terminar Diego tomou mais um banho, só que agora com rodrigo junto, ele limpou o mais novo completamente, agora realmente não havia nada em Diego que o mais velho não conhecia, não tinha sentido.

- Você é muito gostoso – Rodrigo disse, ele beijou o pescoço de Diego e o apertou pela cintura, Diego conseguia sentir a ereção dele entre suas pernas, e além de seu pau Rodrigo começou a acariciar a entrada de Diego com seu dedo, o mais velho tinha atiçado o garoto com seus beijos e suas caricias, - você quer? – Rodrigo disse no pé do ouvido de Diego, que concordou com a cabeça – eu não ouvi – Rodrigo segurou o queixo de Diego e o apertou – eu quero que você peça pelo meu pau, que implore para que eu te coma – Diego gemeu mordendo os lábios – anda!

- M-Me coma, por favor.

- Isso, é assim que eu gosto – Rodrigo empurrou a perna direita de Diego com seu joelho e levou até a parede com seu braço deixando o mais magro completamente aberto – abre a boca – Rodrigo mandou, ele colocou seu indicador e dedo do meio dentro da boca de Diego, que chupou como nunca, os dedos gordos e másculos de Rodrigo dentro da boca úmida, quente e suave do adolescente, o toque rustico de Rodrigo deixava a respiração de Diego mais forte e uma ereção como nunca ele teve antes, ele sabia que era Rodrigo, e ele de certa forma o odiava, mas ter todo o seu corpo em volta ao dele e saber que ele estava nas mãos daquele homem o excitava, ele não sabia como o seu pai iria reagir, mas naquele momento ele se entregou completamente aos seus sentidos, se entregou àquele homem horrível.

Rodrigo penetrou o mais novo com os dedos recém molhados pela saliva dele, dois de uma vez, Rodrigo não era carinhoso, não naquele momento, e Diego gostou daquilo, de ser tratado daquele jeito, ele gemeu quando sentiu ser fodido sem nenhum aviso, mas Rodrigo tapou sua boca e seu nariz.

- Sem barulho viado – ele disse baixo no ouvido do jovem.

Rodrigo logo começou a pincelar seu membro na entrada de Diego e quando o menor estrava entregue as emoções e aquela excitação ele penetrou-o de uma só vez, até o talo, ele sentiu Diego tentar gritar, mas foi abafado pela sua mão, o mais velho então começou a fodê-lo como nunca fodeu alguém na vida, sem cuidado, sem carinho, apenas desejo, ele viu o rosto de Diego avermelhar e quase ficar roxo, o olho de Diego pedia por ar, ele soltou o rosto do mais novo que respirou fundo todo o ar que não havia respirado naqueles segundos, mas antes de sua respiração normalizar e mão de Rodrigo voltou para o seu rosto tapando a entrada do ar mais uma vez, Rodrigo queria que Diego soubesse que todo o ser dele estava em suas mãos, dessa segunda vez os lábios de Diego estavam abertos e ele não conseguiu fechar, ele conseguiu sentir o anel de casamente de Rodrigo com sua língua.

Quando sentiu a gala vir, ele o empurrou de joelhos na sua frente e penetrou Diego, até a garganta, ele sentiu vontade de vomitar, ninguém nunca tinha ido tão fundo tanto em sua garganta com em seu cu, mas depois do susto inicial ele começou a chupar o falo do homem, ele passou sua língua e lábios por toda a longa extensão do membro, com sua língua ele conseguiu sentir as veias do pau pulsando até ele soltar todo o gozo que ele produziu desde a última vez naquela manhã.

- Engole – Rodrigo ordenou, mas engolir tudo sem deixar rastros já estava nos planos do menor, Diego não deixou nenhum vestígio.

Rodrigo ainda esfregou seu pau dentro da boca de Diego mais algumas vezes até ele começar a amolecer e voltar a dormir, depois com o menino ainda ajoelhado ele o segurou pelo maxilar e ameaçou o garoto – não conta isso para os eu pai, entendeu? Aquele cara acha que é seu dono, mas é pro meu pau que você implora e chora por. Rodrigo se secou e vestiu a roupa que usava antes, ele depois jogou a toalha molhada para Diego – anda se seca que você tem muito o que fazer ainda.

Depois de se secar Diego foi para a cozinha ainda de toalha – pai – ele falou manhoso – eu posso me vestir agora? – seu pai olhou para ele e fez sua cara de raiva.

- Por que, você não me obedece – ele disse se aproximando e arrancou a toalha do garoto – eu falei para você não usar nada!

- Pai, mas...

- Cadê a cueca que eu rasguei.

- O Rodrigo molhou ela – falei olhando para Rodrigo, que se aproximou de nós dois, Everaldo levantou a mão, mas Rodrigo o impediu.

- Deixa, antes só olha para ele, seu moleque lisinho assim – ele rodou Diego – essa bunda não é presente dos céus? – ele a beliscou.

- Sim, tudo bem, pode se vestir – Everaldo disse.

- Tá bom – Diego quis sair de lá, mas Rodrigo o segurou.

- Espera, eu tenho um presente para você.

- O quê? – Diego disse, Rodrigo pegou uma sacola, diferente das outras, essa era de papel preto com alguma coisa escrito em dourado.

- Eu quero que você vista isso hoje – e ele deu a sacola para Diego, ele foi para o seu quarto e abriu a sacola, era uma jockstrap preta, ele já tinha visto em vídeo, mas nunca tinha visto uma de perto e nem usado uma, ele vestiu, era estranho ter sua bunda toda a mostra enquanto ele estava vestido, ele depois colocou uma calça preta cheia de rasgos na parte da coxa e joelhos, uma jockstrap não era tão diferente das rupas que ele usava, antes dele colocar uma camisa Rodrigo entrou em seu quarto – gostou do presente? – Diego apenas concordou com a cabeça, Rodrigo se aproximou do menor por trás a começou a beijá-lo e se esfregar nele – se você for um bom garoto eu te encho de presentes, melhores que esse até – ele disse, os dois estavam na frente do espelho, Diego encarava o homem o encoxando – principalmente se você for muito obediente hoje a noite.

- Por quê?

- Eu convidei uns amigos hoje, e eu contei de você para eles e eles estão loucos para te conhecer, tantos que vão até pagar – Rodrigo mencionar aquilo assustou Diego – Não, não se preocupa, seu pai nunca te deixaria dar para um bando de macho, ele recusou, mas concordou em deixar eles assistirem, que nem ontem comigo, tudo bem?

- S-Sim, quer dizer, eu...

- Não se preocupa, não vai acontecer nada que você não queria, eu estou o dia inteiro convencendo seu pai te liberar para mim, eles vão pagar mais caro se forem dois cara com você, ele estava relutante, eu não aguentei e tracei no banheiro mesmo, mas agora ele concordou, então vai ser nós três.

- Mas na frente de tantas pessoas.

- Não se preocupe, eles são discretos e você nem vai perceber que eles vão estar lá.

- Não, eu não quero.

- Pensa – Rodrigo apertou Diego mais forte quando ele tentou se desvencilhar do mais velho – seu pai te dividas, o dinheiro que vocês vão conseguir hoje pode ajudar muito vocês.

- Ele só vi beber mais, isso sim.

- Não, ele não bebeu hoje não é?

- Não, eu até estranhei.

- Seu pai está nas minhas mãos, eu o proibi, então se eu não quiser que ele beba ele não vai, mas você tem que ser bonzinho e aceitar entendeu.

- Ok, sim.

- Isso, e fica desse jeito mesmo, apenas de calça, antes do prato principal você vai ficar servindo o pessoal da festa, para eles te conhecerem.

- O quê?

- Seu pai falou que você é garçom, então não é uma novidade, você só vai ficar servindo o pessoal, alguns podem te tocar e alisar, mas nada mais do que isso, tudo bem?

- Sim Rodrigo.

- Agora que a gente se conhece tão bem – ele apertou o membro de Diego por cima da calça - você pode me chamar de tio, tio Rodrigo.

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