Capítulo 10 | O FILHO MAIS NOVO
Depois de passar a noite com meu pai, eu caí morto na cama e dormi feito uma pedra, eu conseguia sentir a luz do Sol passar pelas cortinas e bater em meu rosto, mas eu ainda estava tão cansado e cama de meu pai estava tão confortável que eu decidi continuar ali mais um pouco, eu acabei dormindo mais uma vez só que dessa vez eu fui acordado por alguma coisa passando pelo meu corpo.
Eu me assustei de começo, e quando eu me virei eu vi que eram as mãos de Jonathan passeando pelas minhas costas.
- Acordou? – ele perguntou
- Sim – eu disse
- Eu já estava ficando preocupado, já são quase onze horas
- Sério? – eu perguntei surpreso pela hora.
- Sim
- Desculpa, eu não fiz o café da manhã – eu disse
- Tudo bem, não é sua obrigação – ele disse – além disse suas férias estão quase acabando, você deveria ficar deitado até tarde mesmo. Só podia não ser na cama do nosso pai e sim na sua própria, ou que sabe na minha – ele disse ele levou suas mãos dentro do edredom e tocou em minha coxa, eu ainda estava deitado de bruços na cama, não queria que ele percebesse a minha ereção matinal.
- Eu...
- Na verdade você de certa forma deveria ser paparicado
- Como?
- Você! Paparicado, tudo o que você está fazendo aqui em casa, e pelo papai.
- Jonathan...
- Eu não quis dizer desse jeito, eu vi que o papai estava bem pra baixo por causa da mamãe, e você o ajudou, não só daquele jeito, a voltar a ser o homem desesperado por controle.
- Assim parece que você gosta dele – eu brinquei.
- Eu amo o papai, ele é meu pai, foi ele que me ensinou a andar de bicicleta, a nadar, a me barbear, eu só não gosto das coisas que ele faz, das atitudes dele. Mas nunca fale isso para ele.
- Você amar seu pai vai ser o nosso segredo – eu disse
- Eli... Bem voltando ao que eu estava dizendo você deveria ser paparicado
- Para Jonathan, você não precisa... – ele colocou sua mão livre em meus lábios.
- Não fale mais nada
- Jon...
- Não! – Jonathan me interrompeu, ele puxou o edredom e entrou dentro dele e com um puxão ele me fez sair de bruços e eu revelei minha ereção para ele.
- John!
- Tudo bem! – ele disse – eu resolvo isso – Jonathan segurou meu membro com sua mão esquerda e com seu braço direito ele envolveu partes da minha coxa e corpo, ele começou a lamber meu membro que logo deu sinal de ainda mais virilidade acordando mais ainda dentro da boca de meu irmão.
Sentir o toque da língua quente e molhada de John era como se todo o meu corpo estivesse sendo acariciado por meu irmão, apenas com sua língua Jonathan tinha total controle de meu corpo e alma. Meu corpo estava nas nuvens, minha respiração começou a acelerar e meu coração pousar mais rápido quando eu me sentir explodir dentro da boca de Jonathan, eu mal consegui me segurar tudo o que eu pude fazer foi soltar um grito de alivio.
Jonathan não se surpreendeu, nem se esquivou de mim, era realmente tinha controle de mim, pois parecia que ele sabia o que aconteceria, e ele apenas aceitou tudo de mim, ainda dentro de sua boca eu consegui sentir ele sorrindo.
Ele se deitou do meu lado, aonde ainda poucas horas meu pai estava deitado, e como ele Jonathan estava me observando cansado do que tínhamos feito, eu sorri para ele, do mesmo jeito que eu sorri para o meu pai, depois o abracei e mais uma vez caí no sono, dessa vez apenas cochilei e em poucos minutos eu já estava acordado, John ainda estava do meu lado e eu ainda estávamos abraçados.
Eu olhei para ele, ele estava quieto apenas encarando o teto, ele sorria e tinha um certo brilho nos olhos que eu me sentia feliz em ver – acordou? – ele perguntou
- Sim, desculpe dormir em cima de você – me desfiz de nosso abraço e me sentei na cama, Jonathan ainda estava sentado enquanto acariciava meu rosto com sua mão direita.
- Tudo bem eu não me importo, o que você quer fazer hoje?
- Como assim?
- O que você quer fazer comigo hoje? O papai só volta à noite, isso quer dizer que temos a tarde inteira para ficarmos juntos e fazer algo só nós dois?
- Eu não sei.
- Pense, pense em algo que você sempre quis fazer e não conseguiu ou o papai não deixou fazer.
- Eu não sei, não consigo pensar em algo assim. Eu não me importo em fazer algo, podemos ficar aqui o dia inteiro.
- Nós já fizemos isso ontem, hoje quero diversificar. Além do mais se eu ficar sozinho com você eu vou querer brincar – ele se sentou na cama e me abraçou, acariciou meu corpo nu e me beijou no pescoço.
- Nós... nós podemos ir assistir um filme, sei lá.
- Não!
- Por quê?
- Eu não confio ficar perto de você no escuro onde ninguém pode ver nada.
- John! – eu disse e joguei um travesseiro nele.
- Eu não sei.
- Bem podemos ficar em casa se quiser.
- Ok, me desculpe.
- Mas se for para ficar em casa pelo menos vamos ficar na piscina, tomando um Sol.
- Tudo bem. Eu vou tomar um banho antes...
- Espera! Eu ainda não disse minhas condições.
- Condições?
- Sim, eu queria sir de casa e você me fez passar o dia aqui dentro então eu tenho condições.
- Ok, quais são elas?
- A primeira é... deixa eu ver, já sei, você já nadou pelado?
- O quê?
- Nadar pelado?
- N-Não, nunca.
- Então vamos tirar sua virgindade nisso hoje.
- Mas, mas e os vizinhos?
- Só o Langmore consegue nos ver, e aquele velho tarado vai adorar a visão – o Sr. Langmore não estava em casa, ele não tinha aparecido desde o que aconteceu conosco naquele dia, então aquilo em deu certo alivio – e então?
- Ok... – eu disse
- Bem eu tenho outras condições.
- Quais?
- Não se preocupe eu digo elas ao decorrer do dia, só saiba que serão muitas.
- Jonathan!
- Não se preocupe – ele disse se levantando e me abraçando – eu não vou fazer nada de ruim com meu irmão mais novo – ele disse baixo em meus ouvidos.
- J...Jonathan...
- Vai tomar banho – ele disse dando um leve em minha bunda – me encontra lá em baixo.
Depois do banho eu desci as escadas e fui para fora da casa, primeiro eu certifiquei que a porta do lado de fora que ia para frente da casa estava fechada e trancada, depois fui em direção à piscina.
- O que é isso – Jonathan disse quando se virou na espreguiçadeira – o que eu falei? – ele disse, ele se referia a eu estar com um shorts.
- É que eu... – Jonathan veio em minha direção, quando ele se levantou eu percebi que ele estava totalmente pelado, ele apenas usava um óculos escuro.
- Não! – ele disse, quando ele chegou até mim ele puxou meus shorts me deixando, assim como ele, completamente nu.
- John! – eu disse me assustando, eu tentei tampar minha virilha, mas John não deixou, ele segurou minhas mãos e me puxou até a piscina e me empurrou na água.
- Bem, você não cumpriu com uma das condições agora você vai ter que sofrer uma consequência.

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