Capítulo 08 (Segunda Parte) | O FILHO MAIS NOVO
Jonathan saiu do banho primeiro e me deixou sozinho pensando, o que aconteceria agora? Jonathan moraria com a gente? Será que eu deveria contar para o papai o que aconteceu, mas eu me lembrei do que John tinha falado, talvez papai não gostasse que eu tivesse dormido com outra pessoa, principalmente o Jonathan, e eu não queria deixa-lo com raiva. Então eu deveria deixar o que aconteceu comigo e com ele com segredo, mas e o que o Jonathan me contou, será se eu deveria falar para o papai? Aquilo com certeza faria o papai parar de brigar com John, mas eu não acho que deveria contar o segredo de meu irmão. Eu estava em um impasse, eu não queria esconder nada de meu pai, eu havia prometido para ele, mas eu não poderia contar aquilo para ele, se eu contasse um ele me odiaria e se eu contasse o outro o Jonathan me odiaria, minha barriga tremeu, eu não sabia o que fazer.
- Elliot?
- Oi?
- Você vai demorar?
- Não, estou saindo – saí do banho e me sequei, com o mesmo roupão voltei para o meu quarto, Jonathan estava com uma roupa nova e mais confortável, um short e uma camisete e o cabelo molhado – o que foi?
- Nada, eu só queria saber o que você quer que aconteça agora?
- Como assim.
- Nós falamos que iria ser apenas uma vez, mas eu não quero que seja a penas uma vez, eu... depois do que aconteceu, sexo se tornou apenas mecânico para mim, mas com você... Bem, mas eu não quero se você não quiser
Eu não podia dizer não para ele, ele teve dificuldade para falar aquilo, aquilo era difícil para ele, eu tinha gostado, eu me senti diferente - Eu também quero – eu disse – mas eu não posso deixar o papai.
- O que?
- Eu o amo.
- Elliot, ele não... – Jonathan começou, mas parou a frase no meio – você tem certeza?
- S-Sim
- Bem, eu não me importo
- Sério?
- Se for para ter você, eu não me importo nem se for metade
- Mas o papai também não pode saber, ele não pode descobrir.
- Elliot, isso é impossível, nós moramos na mesma casa, o que você vai fazer, transar com um e depois ir dormir com o outro – ele olhou na minha cara de susto, eu havia pensado naquilo – Elliot – Jonathan riu – vai por mim, você fraquinho desse jeito não vai aguentar
- Eu vou! - disse com raiva – eu vou aguentar – Jonathan chegou perto de mim e levantou meu rosto
- Então é melhor ir se acostumando, porque depois de que fizemos hoje, eu quero te comer todo dia
- Jonathan! – eu disse
- O que? – ele perguntou, ele sorriu e deu um selinho em mim
- Não fale essas coisas – disse envergonhado – pelo menos não assim – tentei desviar meu olhar, mas Jonathan me puxou e me beijou novamente, ele me abraçou a apertou minha bunda, eu tentei me afastar depois daquilo, mas Jonathan era mais forte que eu e conseguiu me segurar e continuou me beijando, beijar Jonathan me deixava nervoso e fazia meu coração bater mais rápido. As mãos de meu irmão começaram a ficar mais boba, e ele levantou a toalha e apertou minha bunda mais uma vez, só que agora nada estava entre a mão dele e a minha bunda, ele apertou de novo mais forte e eu dei um pulinho, ele riu enquanto ainda nos beijávamos, então ele deu um grande tapa na minha bunda o que me fez gemer baixo.
- Você quer terminar o que começamos antes?
- O que?
- Só eu “terminei”, não é?
- S-Sim, mas eu não me importo.
- Elliot você tem que pensar em você as vezes, você não gosta quando te tocam?
- Sim, mas eu não me importo de não...
- Não gozar?
- É...
- Bem, você deveria, você é homem não é mesmo?
- Sim eu sou – disso bravo.
- Então vamos lá – ele arrancou meu roupão e eu fiquei pelado, ele me empurrou para a cama, e veio para cima de mim.
Em cima de mim, ele beijava meu pescoço e me segurava com a mão esquerda e com a sua direita ele passeava pela minha virilha – do que você gosta? – ele perguntou
- Como assim?
- O que você gosta de fazer quando está se tocando?
- Eu, eu não me masturbo muito... – Jonathan fica com raiva de mim – é verdade, antes do papai, e de você eu quase nunca.
- Então o que você gosta quando está com ele?
- Eu, eu não sei.... Quando nós... – eu inda tinha vergonha de falar aquilo para Jonathan – eu gosto de ser comido!
- Sim, e o que mais? Quando ele te toca? Você gosta de que? – ele perguntou, mas eu não sabia o que fazer, eu e meu pai não havia transado muitas vezes, e quando fizemos a gente estava tão excitado que ele apenas praticamente me penetrava – ele não? – ele perguntou, e eu respondi balançando a cabeça.
- Tinha que ser o papai, ele sempre é o que importa e o restante...
- Eu gostei quando você colocou seu dedo – eu disse, não queria que Jonathan falasse mais mal do papai.
- Bem, isso é um começo, aqui – Jonathan levou seus dois para dentro da minha boca – chupa! – eu o obedeci e comecei a chupar seus dedos, quando ele tirou os dedos de minha boca, ele abriu minha pernas – se prepara – ele disse introduziu o primeiro dedo dentro de mim, eu gemi – gostou? – eu respondi que sim com a cabeça – e quando eu faço isso? – ele começou a mexer o dedo e a rodá-lo
- Sim – eu disse gemendo
- Que bom, e disso – ele cuspiu na sua outra mão e começou a me masturbar, quando ele começou a fazer aquilo meus olhos reviraram, eu segurei seu braço e gemi alto
- Sim, sim eu gostei – eu gemi novamente, eu contorcia meu corpo todo, eu nunca tinha sentido aquilo antes, era diferente quando alguém me comia.
- Elliot? – eu ouvi-me nome ser chamado no andar debaixo, por um segundo não sabia, mas depois eu e Jonathan nos olhamos e vimos que era o papai, e ouvimos também que ele estava vindo em nossa direção, nós dois não sabíamos o que fazer, papai já estava no andar de cima, Jonathan não podia sair do quarto.
- A cama – eu disse, se esconde debaixo dela
-O que? Eu não...
- Elliot? – papai disse bem perto de nós, Jonathan correu para debaixo da cama, a roupa da cama que ia até o chão o escondia.
- Papai?
- Sim, Elliot está tudo bem?
- S-Sim, por quê?
- Você estava gritando?
- O que eu? Não, não eu estava – eu corri até a porta e segurei ela, papai logo pegou a maçaneta e tentou empurrar, mas eu segurei
- Elliot, o que você está fazendo? – eu estava pelado e Jonathan estava debaixo da minha cama.
- Eu? N-Nada.
- Cadê seu irmão, ele está ai?
- O Jonathan? Não, não ele saiu – menti.
- Para onde
- Err... ver alguns amigos.
- Quando?
- Um tempinho atrás, ele não vai demorar - papai tentou abrir a porta de novo, só que dessa vez usou muito mais força, se eu não me desviasse ela teria me acertado.
-P-Papai! – eu gritei
- Elliot, o que... Porque você está assim – eu tinha me esquecido que estava pelado, ele me segurou pelo braço e andou ao redor do quarto e olhou cada centímetro dele.
- O que você está fazendo – perguntei
- Tem alguém aqui? – ele disse sério – você com alguma pessoa aqui?
- O que? Não!
- Porque você está pelado assim?
- Eu... eu, eu estava me masturbando – eu disse
- O que?
- Eu queria... eu tinha tomado banho e queria me masturbar e você chegou e... – Meu pai riu
- Você estava com vergonha?
- Sim... -disse com a cabeça baixa, não gostava de mentir, principalmente para papai, eu estava cobrindo minhas partes com minha mão, meu pai puxou me braço me revelando.
- Não precisa se esconder, não de mim – ele disse.
- Seu sei, me desculpa - eu fui pegar meu roupão no chão, mas meu pai pisou nele
- Não precisa se desculpar - ele se aproximou de mim e segurou minha cintura – sempre que você quiser fazer esse tipo de coisa, é só me chamar, que eu venho correndo ao seu resgate okay?
- Sim – eu disse, meu pai beijou minha testa e depois me beijou, eu tinha me esquecido do beijo de meu pai, ele ainda me fazia sentir frio na barriga, papai segurou minha cabeça e continuou me beijando.
- Papai o Jonathan ele... ele pode chegar e...
- Ele que chegue, eu não me importo, não se for para ficar assim com você
- Papai... – ele pegou minha mão e levou para a sua virilha, eu tentei tirar minha mão, mas ele me segurou – papai eu...
- Você me prometeu, não é?
- O que?
- Quando eu chegasse hoje, você terminaria o que começamos de manhã?
- Sim, mas... – mas o Jonathan estava debaixo da cama
- Mas nada – ele se sentou na cama e tirou seus sapatos e meias – eu fiquei o dia todo pensando nisso, vem, vem ajudar o papai – ele abriu a calça e tirou seu membro que já estava completamente duro para fora.
- Pai o Jonathan...
- Elliot! – papai disse com um tom mais autoritário
- Okay! – eu disse, eu me ajoelhei em frente a ele e segurei seu membro, não queria fazer aquilo com Jonathan tão perto, mas comecei a chupá-lo.
Papai segurou a minha cabeça e comandava todos os meus movimentos, eu usei suas coxas para apoiar minhas mãos, papai puxava e levantada minha cabeça e no meio tempo, eu usava minha língua para percorrer todo o seu membro, eu comecei a masturba-lo com minha mão, queria que aquilo acabasse rápido, apesar de aquilo me deixar excitado, Jonathan ainda está lá.
- Elliot, isso – meu pai dizia, ele deitou o seu corpo na cama e ficou olhando para o teto, ele segurou minha outra mão livre e ficamos assim até que ele gozou em minha boca – bebe, bebe o leite do seu pai – ele pediu, e eu engoli, ele tirou o restante de sua roupa e foi para o seu quarto pelado – Elliot você não se importa em levar minha roupa para lavanderia, não é? – ele pediu
- Não – eu disse – eu vou colocar minha roupa e levar
- Muito obrigado – ele me deu um longo beijo – eu te amo – eu sorri
- Eu também te amo.
Ele foi embora e eu fechei a porta e a tranquei – Você pode sair agora – eu disse em voz alta para Jonathan, ele saiu debaixo da cama, e a cara dele não estava nem um pouco boa – John... – eu tentei dizer.
- Eli, será que você não viu? – ele falou depois de um tempo sentado na cama sem falar nada.
- O que? – eu falei, Jonathan olhou ainda mais indignado para mim.
- O jeito que ele te trata... O jeito que ele fala com você, você não viu como ele ficou desesperado quando achou que tinha alguém aqui, ele quase bateu a porta na sua cara para abri-la.
- Mas..., mas tinha alguém aqui, você...
- Isso não é o importante Eli, vocês acabaram de começar essa coisa, ele só vai piorar, eu não quero que você seja o substituto da mamãe. E você vai deixá-lo fazer isso porque você sempre deixa as pessoas passarem por cima de você.
- Eu..., eu não sou – eu disse, eu me sentei do lado esquerdo dele e abracei seu braço – eu não quero brigar – eu não queria, eu odiava brigas, talvez ele tivesse razão, eu sempre fazia o que os outros queriam, mas..., mas o que estava acontecendo comigo e com Jonathan não era isso, eu queria, e eu estive disposta a mentir para o meu próprio pai por isso, então mesmo que eu fosse “mole”, eu não me importava, pois teria Jonathan e meu pai ao meu lado.

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