Capítulo 07 (Segunda Parte) | O FILHO MAIS NOVO

- Eu não sei, eu o amo – Jonathan se aproximou de meu rosto lentamente, eu fechei meus olhos, mas senti seus lábios tocarem nos meus. – Jonathan!? – eu disse me afastando, mas ele se aproximou de novo e dessa vez eu não me afastei, eu deixei que ele me beijasse, que nossas línguas se tocassem – o que você está fazendo? – eu perguntei, mas ele não me respondeu, apenas continuou me beijando.
- Você gostou? – ele perguntou
- Eu... – ele me puxou novamente e me beijou, dessa vez mais rápido, com mais desejo.
- E agora você gostou?
- S-Sim... – eu disse com dificuldade.
- Elliot, você não o ama, você apenas sente excitado quando ele faz isso, você não pode confundir os dois.
- Não! Eu o amo
- Elliot – ele disse com raiva, ele deu um grande suspiro e se levantou e me puxou pelo braço para me levantar, e depois me arrastou para o andar de cima, ele foi para o meu quarto e me jogou na cama.
 - Você gosta quando vocês transam? – ele disse, ele começou a tirar os sapatos e a desabotoar a sua camisa. – Eu vou mostrar para você que eu posso fazer mil vezes melhor do que ele, e que desejo não é a mesma coisa do que amor.
Ele tirou suas camisa e depois desafivelou seu cintou e tirou sua calça ficando apenas de cueca, como eu pensei Jonathan tinha entrado em uma academia, todo o seu corpo estava definido, sua barriga sem nenhum pelo era completamente dura de músculos.
- Jonathan eu não...
- O que vocês fazem na cama – ele disse, ele me puxou pelos pés e agarrou o botão da minha calça para desabotoa-la, quando ele conseguiu ele com um puxou tirou minha calça e cueca – ele te come ou o contrário?
- Eu... 
- Responde Elliot, quem é o passivo? – ele perguntou quando eu não respondi
- E-Eu – eu disse baixo, mas ela havia me escutado – Jonathan por favor eu não quero
- Não se preocupe e não vou machucar você Elliot... Eu não quero nada do que o seu bem.
- Você é meu irmão, você... você não está te contradizendo?
- Eu sei o que estou fazendo, e isso com certeza não vai ser a pior coisa que nenhum de nós já fizemos.
- Jonathan eu não.
- eu não iriei fazer nada com você que você não queira Elliot – ele puxou minha camisa, eu estava completamente pelado na frente dele que ainda estava de cuecas, eu conseguia ver o volume que ele tinha dentro da cueca.
Eu tentei me cobrir, mas sem nada nas mãos apenas abracei minhas pernas dobradas querendo que tudo aquilo acabasse. Jonathan se ajoelhou na cama e se aproximou de mim, levou seu rosto junto ao meu, nossos narizes se tocaram. – Eu não vou te machucar Elliot – ele me beijou, senti sua língua quente dar uma volta dentro de minha boca, aquilo fez com que todo meu corpo esquentasse e que meu membro acordasse, Jonathan viu aquilo – viu? Você quer isso tanto quanto eu.
- Jonathan...
- Fique quieto, só me deixa fazer o que eu sei de melhor
- Eu... – ele colocou seu dedo indicador em minha boca o que me impediu de falar, decidi fazer o que ele pediu, meu coração batia forte, toda minha pele estava sensível naquele momento.
Jonathan puxou meu corpo e me virou, de quatro eu senti as mãos dele passarem pelo meu corpo nu, até chegar em minha bunda que ele segurou e abriu me mostrando completamente para ele. Primeiro eu senti a respiração quente e pesada de Jonathan e logo depois senti algo molhado passar por toda a extremidade de meu cu, era a língua de Jonathan, aquilo era uma novidade para mim.
Uma sensação completamente nova, e muito boa, quando a língua de meu irmão me penetrou eu gemi pela primeira vez com Jonathan, ele logo introduziu um de seus dedos em mim, o que me fez gemer mais ainda, quando eu ainda nem tinha me acostumado com a ideia de ter um dedo dele me penetrando ele me surpreendeu mais uma vez colocou outro dedo dentro de mim, gemi outra vez.
Jonathan não ficou muito tempo daquele jeito, logo senti suas mão em meu quadril me apertando para que eu não fugisse quando sua cabeça começou a pedir espaço dentro de mim, doeu, mas Jonathan foi paciente, não quis ir rápido, de pouquinho em pouquinho ele foi entrando, eu não conseguia deixar meus olhos abertos.
 - Jo-Jonathan...
- Você está gostando? – ele perguntou.
- Eu...
- Sim ou não? – ele deu um tapa em minha bunda.
- Sim! – eu disse quando senti o tapa, quando eu respondi ele entrou o que não tinha entrado dentro de mim, dei um gemido alto, Jonathan era com certeza maior que o meu pai, agarrei o lençol de minha cama com minha mão direita, e me escorava na cama com o meu cotovelo, minha outra mão estava segurando a cabeceira da cama, minha cabeça estava baixa, tocava o colchão, mas minha bunda estava empinada, Jonathan largou minha cintura agora que ele estava completamente em mim, ele sabia que eu não fugiria agora que ele tinha entrado todo em mim.
Jonathan alisou a minha espinha com sua mão esquerda e com sua mão direita ele deu mais um tapa em minha bunda, o que me fez gritar mais uma vez. Ele lentamente começou a sair de mim, mas logo depois voltou para dentro, ele sabia se mexer bem, ele sabia aonde e como fazer tudo aquilo.
Eu conseguia sentir meu rosto completamente quente, principalmente minhas bochechas, eu ainda não conseguia acreditar que eu e Jonathan estávamos ali, dividindo aquele momento.
- Está gostando? – Jonathan disse enquanto intensificava seus movimentos de vai e volta. Eu não respondi apenas peguei um travesseiro e enterrei o meu rosto nele, não sabia o que era aquilo que eu estava sentido, todo meu corpo se arrepiava em cada lugar que Jonathan me tocava.
- Está gostando? – Jonathan perguntou novamente, e mais uma vez não respondi. Só que dessa vez ele puxou meu corpo para ele, me abraçou com seu braço esquerdo e segurou meu pescoço com sua mão direita, meu rosto e o dele estavam lado a lado, eu conseguia sua respiração forte e desigual em meu ouvido – eu não ouvi Jonathan? Está gostando, sim ou não!? – ele perguntou com mais raiva e mais alto.
- S-Sim – eu disse olhando para o teto – S-Sim...
Jonathan não tinha parado com as suas estocadas em mim, e naquela posição parecia que ele tinha controle total sobre mim, ele acariciou e apertou meus mamilos enquanto ele ainda metia em mim.
- Eu sou melhor que o papai?
- O que?
- Eu te fodo melhor que o papai?
Eu não sabia o que responder, o que eu sentia quando dormia com meu pai era bom, mas ficar com Jonathan também era bom, mas eu não sabia quem era melhor.
- Eu não sei – disse fechando meus olhos.
- Você sabe muito bem, quem te fode melhor? – ele perguntou, agora ele tinha apertado mais meu pescoço, e agora estava doendo.
- J-Jonathan...? – eu disse.
- Responde! – ele tinha raiva na voz dele.
- V-Você – eu disse com dificuldade, eu não sabia a resposta, mas sabia que ra aquilo que ele queria ouvir.
- O que eu falei? – ele disse – Eu te disse, ele me soltou do nada, e eu caí na cama, ele tinha saído de mim
- Jonathan? – eu disse me virando, ele tinha pegado sua calça e ia vestir
- O que? 
- P-Por que parou?
- Eu te disse, o que você sente pelo papai não é amor, desejo não é amor.
- Mas.... – ele tinha colocado a cueca e a calça e estava prestes a sair do quarto.
- Okay! – eu digo – você... Você pode estar certo, mas... – eu me levantei e fui em sua direção na porta, coloquei minha mão em seus ombros e o beijei – Mas por favor não me deixe agora.
- Elliot... – ele disse separando-nos do beijo – você não me ouviu? Eu não fiz isso porque eu gosto de você, não desse jeito pelo menos, eu fiz isso para você entender que...
- A diferença entre amor e desejo, eu sei, mas eu não quero que isso acabe assim – eu disse, eu me aproximei ainda mais dele e segurei no volume que Jonathan tinha guardado – e eu sei que você também não.
- Elliot... Eu...
- Eu sei o que estou fazendo – eu disse, desabotoei o botão de sua calça e abri o zíper – o papai me ensinou pelo menos isso – eu me ajoelhei e puxei sua calça e cueca para o chão, o membro de Jonathan pulou e mostrou toda a sua virilidade, ele ainda estava completamente duro – só me deixe fazer isso por você – eu seguei em suas coxas e as alisei.
- Elliot, eu não quero que você ache que.
- Eu sei – eu o interrompi e depois coloquei o seu membro na boca, meu rosto ainda estava vermelho, eu ainda não acreditava que estava falando aquelas coisas, eu estava tão desesperado assim – eu sei – eu disse mais uma vez.
Comecei a chupando a cabeça rosada e circuncisada de Jonathan, passei minha língua por toda ela, principalmente na parte de baixo onde ele era mais sensível, depois com minha língua eu passeei por toda a extremidade do pau dele e dei atenção para as suas bolas.
- Eli...  – Jonathan disse com uma forma de gemido.
Jonathan queria dizer, mas não conseguiu, naquele momento que ouve uma completa inversão em nossos papeis de antes Jonathan que tinha completa autoridade por mim e por meu corpo minutos atrás, mas agora era eu quem tinha o controle, antes Jonathan sabia o que estava fazendo e apenas fazia, era de certa forma apenas um movimento mecânico para ele, mas agora ele parecia estar desconfortável, desconfortável por não estar mais no controle e desconfortável por estar gostando daquilo.
- Eli... Eu, eu vou... - Jonathan disse, eu sabia o que ele queria dizer, ele tentou sair dali, mas eu o parei pelas suas pernas e impedi que ele se movesse, eu não me importava e estava excitado para o que estava prestes a acontecer.
Eu segurei o membro de Jonathan e abri minha boca – Eli! – Jonathan disse antes de olhar para cima e gemer alto, eu consegui ver todos os músculos no corpo de meu irmão enquanto ele jorrava uma quantidade exagerada de sêmen, ele jorrou em meu rosto, mas segurei firme e envolvi a cabeça de Jonathan em meus lábios, ele jorrou mais ainda dentro de minha boca, tanto que não conseguir deixar que escorresse um pouco, quando Jonathan acabou eu fiz questão que meu irmão me visse sujo com a sua semente e me visse a engolindo toda, eu também limpei seu caralho com minha língua peguei o restante que estava em meu rosto e a levei para o destino final, minha boca. Eu percebi, a semente de Jonathan tinha o mesmo gosto que o gozo de meu pai, eu ri quando percebi aquilo, será que eu deveria contar para ele ou deixar como nosso segredo?
- Eli, eu... – Jonathan disse se deitando no chão ao meu lado – isso foi...
- Eu sei – eu disse o interrompendo, eu levantei seu braço esquerdo e deitei minha cabeça em seu peito, Jonathan estava ofegante e seu peito estava suado, ambos parecíamos que havíamos acabado de correr uma maratona.
O cheiro que eu senti de Jonathan naquele momento foi talvez um dos cheiros mais excitantes que já havia sentido, nós dois adormecemos ali no chão, pelado, suados e sujos, mas completamente realizados.

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