Capítulo 05 | O FILHO MAIS NOVO
O FILHO MAIS NOVO
Capítulo 05:
- Papai? – eu disse, e quando eu disse aquilo era como se uma lâmpada tivesse iluminado em cima da minha cabeça. Eu sabia um jeito de como acabar com aquela sensação, mas eu havia me esforçado tanto para que nada daquilo acontecesse novamente, o que minha mãe pensaria? Minha excitação era tanta que por um minuto decidi não me importar com minha mãe, falar isso parece ser tão ruim, mas naquele momento não foi ruim, talvez eu não estivesse pensando direito, eu estava tomado pela aquela sensação, então por um minuto eu decidi ouvir meus sentidos ao invés da razão.
-Elliot o que... – meu pai fala desconcertado e se virou de costas para mim, – eu... me desculpe eu... eu ouvi... e pensei que.... – Ele tentou sair do banheiro, mas felizmente eu fui mais rápido saindo da banheira e o segurando.
- Papai eu... – eu disse olhando para baixo, meu pai se virou e me encarou eu não queria olhar em seus olhos, mas ele segurou meu queixo e me fez olhá-lo, ele me encarou complexo por alguns segundos
- Você está bem? – ele disse colocando as costas de sua mão em minha testa – meu deus Elliot você está fervendo em febre...
- Não é febre – eu disse baixo
- O quê?
- Não é febre – disse mais alto – o Sr. Langmore ele colocou algo em minha bebida e me deixou assim – olhei para baixo para minha ereção
-O quê?! – meu pai disse incrédulo – o que aquele homem... – ele tentou sair, ele iria para casa do Sr. Langmore tirar satisfações, eu conhecia meu pai, sabia que ele faria alguma coisa da qual se arrependeria depois
- Não pai! – eu gritei enquanto ele saia do banheiro – ele não fez nada, eu não deixei – menti – mas eu tomei alguma coisa e estou assim o dia inteiro
- Filho – meu pai voltou e me segurou em seus braços e olhou em meus olhos – o que eu posso fazer, você quer que eu te leve para o hospital?
- Não, não sei se eles resolveriam
- Então o qu... – ele começou a falar, mas eu apenas o beijei, fazia poucos dias, mas parecia anos que nossos lábios não se encontravam, meu pai não entendeu no começo, mas logo começou a retribuir o beijo, o abraço que ele me dava deixou de ser um simples abraço paternal e começou a ser um abraço cheio de desejo, sentia suas mãos percorrerem meu corpo como se estivesse a procura de algo.
- Elliot... eu... – ele falou em meio aos beijos, não respondi estava preocupado demais com aquele momento para ter forças para responde-lo, nossas línguas se encontraram e se entrecruzaram como se estivessem dançando, eu conseguia sentir o gosto de meu pai, e aquilo fazia com que todos os pelos do meu corpo se arrepiassem.
Comecei a tirar a roupa de meu pai, desabotoar a sua camisa e desafivelar o cinto em sua caça, meu pai estava pelado assim como eu, sua ereção agora era visível e comparada a minha parecia ser mil vezes mais monstruosa, eu sentia seu membro em minha barriga, meu pai era mais alto do que eu e precisava se abaixar para que nossas bocas pudessem se encontrar.
Meu pai segurou minha cintura e me puxou para cima, ele me segurou e eu entrelacei minhas pernas em suas costas, estávamos na mesma altura, podia olhar em seus olhos, eles estavam cheios de desejo, assim como os meus – papai – eu disse, não paramos de nos beijar por um segundo – eu... eu quero sentir você dentro de mim – eu falei, nunca falaria algo daquele jeito normalmente, mas eu disse naquele momento.
- Vamos para o quarto – ele disse.
- Não, eu quero aqui, agora – disse com um tom mandatório, meu pai me soltou de seu abraço e me pos no chão, apenas para me deitar nele, ele segurou minha perna esquerda e a colocou em seu ombro esquerdo me deixando totalmente exposto à ele e principalmente ao seu membro.
- Você tem certeza? – meu pai perguntou, ele sempre queria saber se eu estava de acordoe queria a mesma coisa que ele, eu o amava e naquele momento não havia nada que eu não quisesse mais, apenas concordei com minha cabeça, não tinha tempo para falar.
Meu pai não precisou de mais nada para começar, ele queria aquilo tanto quanto eu, senti a sua cabeça me adentrar, abrindo espaço, a dor veio no mesmo instante, mas o prazer era maior do que ela e finalmente eu pude sentir que a vontade por qual passei o dia inteiro estava finalmente sendo suprida, estava certo em pensar que apenas aquilo faria ela passar.
- Papai... – Eu disse enquanto sentia todo o seu membro entrar em mim devagar. Depois de alguns segundo toda a extensão de meu pai estava em mim, eu me senti preenchido não só física, mas também emocionalmente, sabia que aquilo era errado, mas assim como a dor que eu sentia naquele momento, o prazer era maior do que o fato daquilo ser errado – mais forte – eu disse – como na outra noite.
Meu pai concordou comigo, e começou a estocar mais forte, os seus movimentos ficaram mais rápido e a minha excitação maior ainda, sentir todo o membro de meu pai sair e entrar por inteiro em mim era incomparável, sentia minhas bochechas ficarem quentes e sabia que eu estava totalmente vermelho.
Sem ao menos tocar em meu membro eu senti que o meu ápice estava vindo, gozei enquanto meu pai estocava em mim, depois daquilo meu pai pegou minha outra perna e colocou em seu ombro e aproximou seu rosto no meu, conseguia sentir sua respiração em meu rosto, ele olhava para baixo aonde estávamos interligados, assim como eu meu pai também estava completamente vermelho, ver aquilo e saber que aquele era apenas algumas das qualidades que compartilhávamos me eixava ainda mais ouriçado.
Era uma noite quente, assim como o dia, meu pai estava completamente suado, e aonde minhas costas encontravam o chão azulejado do banheiro estava completamente quente e abafado, eu segurava forte nos braços de meu pai para que não começássemos a nos mover pelo chão, naquela posição era como se meu pai conseguisse entrar ainda mais em mim, ele não diminuiu as suas estocadas nem por um minuto ele apenas as deixava mais fortes e mais rápidas até que ele parou, quando entrou totalmente em mim, depois senti seu pau pulsar e eliminar toda a semente que ele guardava em si dentro de mim, meu pai gemeu naquele momento de alivio e de exaustão.
Ele liberou minhas pernas e caiu no chão ao meu lado ofegante, ele assim como eu mal conseguia respiração eu me virei para seu lado e beijei a bochecha dele, ele olhou para mim e eu disse – eu te amo papai.
Depois daquela noite, a culpa de estar traindo minha mãe ainda existia, mas o meu amor e meu desejo por meu pai era maior, e a sensação de estar fazendo algo errado me excitava agora mais do que nunca. Depois daquilo, eu e meu pai ficamos a noite inteira acordados, eu tenho aquela noite como a nossa lua de mel, era apenas nós dois no mundo todo e ninguém podia estragar nada. Mas eu não estava tão certo como imaginava, no outro dia algo que talvez estragaria minha mais nova relação com meu pai chegou, não algo, mas alguém.
-Elliot o que... – meu pai fala desconcertado e se virou de costas para mim, – eu... me desculpe eu... eu ouvi... e pensei que.... – Ele tentou sair do banheiro, mas felizmente eu fui mais rápido saindo da banheira e o segurando.
- Papai eu... – eu disse olhando para baixo, meu pai se virou e me encarou eu não queria olhar em seus olhos, mas ele segurou meu queixo e me fez olhá-lo, ele me encarou complexo por alguns segundos
- Você está bem? – ele disse colocando as costas de sua mão em minha testa – meu deus Elliot você está fervendo em febre...
- Não é febre – eu disse baixo
- O quê?
- Não é febre – disse mais alto – o Sr. Langmore ele colocou algo em minha bebida e me deixou assim – olhei para baixo para minha ereção
-O quê?! – meu pai disse incrédulo – o que aquele homem... – ele tentou sair, ele iria para casa do Sr. Langmore tirar satisfações, eu conhecia meu pai, sabia que ele faria alguma coisa da qual se arrependeria depois
- Não pai! – eu gritei enquanto ele saia do banheiro – ele não fez nada, eu não deixei – menti – mas eu tomei alguma coisa e estou assim o dia inteiro
- Filho – meu pai voltou e me segurou em seus braços e olhou em meus olhos – o que eu posso fazer, você quer que eu te leve para o hospital?
- Não, não sei se eles resolveriam
- Então o qu... – ele começou a falar, mas eu apenas o beijei, fazia poucos dias, mas parecia anos que nossos lábios não se encontravam, meu pai não entendeu no começo, mas logo começou a retribuir o beijo, o abraço que ele me dava deixou de ser um simples abraço paternal e começou a ser um abraço cheio de desejo, sentia suas mãos percorrerem meu corpo como se estivesse a procura de algo.
- Elliot... eu... – ele falou em meio aos beijos, não respondi estava preocupado demais com aquele momento para ter forças para responde-lo, nossas línguas se encontraram e se entrecruzaram como se estivessem dançando, eu conseguia sentir o gosto de meu pai, e aquilo fazia com que todos os pelos do meu corpo se arrepiassem.
Comecei a tirar a roupa de meu pai, desabotoar a sua camisa e desafivelar o cinto em sua caça, meu pai estava pelado assim como eu, sua ereção agora era visível e comparada a minha parecia ser mil vezes mais monstruosa, eu sentia seu membro em minha barriga, meu pai era mais alto do que eu e precisava se abaixar para que nossas bocas pudessem se encontrar.
Meu pai segurou minha cintura e me puxou para cima, ele me segurou e eu entrelacei minhas pernas em suas costas, estávamos na mesma altura, podia olhar em seus olhos, eles estavam cheios de desejo, assim como os meus – papai – eu disse, não paramos de nos beijar por um segundo – eu... eu quero sentir você dentro de mim – eu falei, nunca falaria algo daquele jeito normalmente, mas eu disse naquele momento.
- Vamos para o quarto – ele disse.
- Não, eu quero aqui, agora – disse com um tom mandatório, meu pai me soltou de seu abraço e me pos no chão, apenas para me deitar nele, ele segurou minha perna esquerda e a colocou em seu ombro esquerdo me deixando totalmente exposto à ele e principalmente ao seu membro.
- Você tem certeza? – meu pai perguntou, ele sempre queria saber se eu estava de acordoe queria a mesma coisa que ele, eu o amava e naquele momento não havia nada que eu não quisesse mais, apenas concordei com minha cabeça, não tinha tempo para falar.
Meu pai não precisou de mais nada para começar, ele queria aquilo tanto quanto eu, senti a sua cabeça me adentrar, abrindo espaço, a dor veio no mesmo instante, mas o prazer era maior do que ela e finalmente eu pude sentir que a vontade por qual passei o dia inteiro estava finalmente sendo suprida, estava certo em pensar que apenas aquilo faria ela passar.
- Papai... – Eu disse enquanto sentia todo o seu membro entrar em mim devagar. Depois de alguns segundo toda a extensão de meu pai estava em mim, eu me senti preenchido não só física, mas também emocionalmente, sabia que aquilo era errado, mas assim como a dor que eu sentia naquele momento, o prazer era maior do que o fato daquilo ser errado – mais forte – eu disse – como na outra noite.
Meu pai concordou comigo, e começou a estocar mais forte, os seus movimentos ficaram mais rápido e a minha excitação maior ainda, sentir todo o membro de meu pai sair e entrar por inteiro em mim era incomparável, sentia minhas bochechas ficarem quentes e sabia que eu estava totalmente vermelho.
Sem ao menos tocar em meu membro eu senti que o meu ápice estava vindo, gozei enquanto meu pai estocava em mim, depois daquilo meu pai pegou minha outra perna e colocou em seu ombro e aproximou seu rosto no meu, conseguia sentir sua respiração em meu rosto, ele olhava para baixo aonde estávamos interligados, assim como eu meu pai também estava completamente vermelho, ver aquilo e saber que aquele era apenas algumas das qualidades que compartilhávamos me eixava ainda mais ouriçado.
Era uma noite quente, assim como o dia, meu pai estava completamente suado, e aonde minhas costas encontravam o chão azulejado do banheiro estava completamente quente e abafado, eu segurava forte nos braços de meu pai para que não começássemos a nos mover pelo chão, naquela posição era como se meu pai conseguisse entrar ainda mais em mim, ele não diminuiu as suas estocadas nem por um minuto ele apenas as deixava mais fortes e mais rápidas até que ele parou, quando entrou totalmente em mim, depois senti seu pau pulsar e eliminar toda a semente que ele guardava em si dentro de mim, meu pai gemeu naquele momento de alivio e de exaustão.
Ele liberou minhas pernas e caiu no chão ao meu lado ofegante, ele assim como eu mal conseguia respiração eu me virei para seu lado e beijei a bochecha dele, ele olhou para mim e eu disse – eu te amo papai.
Depois daquela noite, a culpa de estar traindo minha mãe ainda existia, mas o meu amor e meu desejo por meu pai era maior, e a sensação de estar fazendo algo errado me excitava agora mais do que nunca. Depois daquilo, eu e meu pai ficamos a noite inteira acordados, eu tenho aquela noite como a nossa lua de mel, era apenas nós dois no mundo todo e ninguém podia estragar nada. Mas eu não estava tão certo como imaginava, no outro dia algo que talvez estragaria minha mais nova relação com meu pai chegou, não algo, mas alguém.

Comentários
Postar um comentário