Capítulo 04 (Segunda Parte) | O FILHO MAIS NOVO
O FILHO MAIS NOVO
Capítulo 04 (Segunda Parte):
-Eu... Eu preciso ir embora Sr...
- Não! – ele grita – seja um bom garotinho e volte a se sentar – ele disse com a voz mais cala, mas ainda com o mesmo tom de ultimato. Eu concordei com a minha cabeça e o Sr. Langmore me soltou, devagar eu me soltei novamente no sofá, tremendo – isso, não foi tão difícil foi? – ele falou – foi?! – ele gritou mais uma vez ao não ouvir uma resposta.
- Não – eu disse baixo em meio aos meus soluços
- Eu não ouvi, mais alto garoto!
- Não – eu falei elevando a minha voz.
- Isso, se você se comportar eu prometo que o tio não vai te machucar – ele se sentou ao meu lado no sofá, nossos copos estavam colados, eu olhava para o chão, não me permitia olhar para o Sr. Langmore, tinha medo do que aconteceria se eu olhasse para os olhos dele. – se você fazer tudo o que eu mandar, eu prometo que tudo vai ficar bem – ele disse cochichando no pé do meu ouvido.
Minha visão estava turva, eu estava suando frio mas meu corpo estava completamente quente tremendo, eu estava com medo, todos aqueles anos eu achava o Sr. Langmore tão legal, porque ele estava fazendo aquilo comigo? O que ele iria fazer comigo, milhares de coisas passavam pela minha cabeça, e tudo aquilo estava me deixando zonzo.
- Sabe com você assim de sunga, eu pensei que eu poderia ficar mais a vontade, que tipo de anfitrião seria eu não é? – ele diz ainda no pé do meu ouvido, consigo sentir o rosto dele em meu pescoço, sua respiração. – você poderia me ajudar não é? – ele segura minha mão e as leva até o primeiro botão em sua camisa – anda! Desabotoa – ele disse quando viu que eu fiquei parado, eu comecei a desabotoar, mais aquela coisa tão fácil ficava tão difícil, eu demorava o que pareciam horas para desabotoar cada botão, mas eu consegui com a ajuda do Sr. Langmore, ele ficou sem camisa. – agora é a hora do cinto – ele disse.
Ele não precisou me mandar fazer mais uma fez, nem me ajudar, eu já sabia como seria a dinâmica então eu apenas fiz o que ele me mandou fazer, primeiro desafivelei o cinto e desabotoei a calça, abri o zíper o que fez com que a cueca dele se revelasse, uma samba canção branca, eu pude ver que o membro dele estava completamente duro, pois a pressão que a calça fechada fez quando eu a abri o membro dele deu um pequeno pulo.
O Sr. Langmore fez o resto do trabalho tirando os sapatos e a calça de seu corpo. Agora apenas de samba canção ele passou o braço pelo eu corpo e me aproximou ainda mais dele, minha cabeça ainda girava e o meu corpo ainda mais quente do que antes, era como se eu estivesse com febre.
Sr. Langmore logo começou a beijar meu pescoço e me deitou no sofá, apesar de todo o medo que eu estava sentindo, ele ainda era gentil comigo, se eu o obedecesse ele não me machucaria era o que ele falava eu meu ouvido sempre, eu consegui sentir o membro dele duro dentro da cueca e roçando em minha coxa, eu estava apenas parado e deitado deixando que ele fizesse o que quisesse comigo, eu queria correr, mas ao mesmo tempo aquela era uma sensação boa e eu estava excitado também.
- Toca nele – Sr. Langmore disse, eu não queria fazer aquilo, talvez eu estivesse errado e aquilo não fosse bom apenas a minha mente me preando truques. – anda – ele disse, ele segurou forte eu meu maxilar me fazendo olhar pela primeira vez em seus olhos – você quer que eu repita? – eu disse que não com minha cabeça e levei minha mão para a cueca dele, eu não sabia o que fazer, apenas fechei meus olhos e coloquei a minha mão dentro e comecei a masturba-lo como fazia comigo mesmo, como fiz com meu... – o Sr. Langmore soltou um gritou – ahhhhhh! – ele disse.
Não sabia o que fazer, apenas continuei, a mão dele ainda me segurava pelo maxilar, ele me apertava quando soltava um gemido, e ele falava as diversas coisas que iria fazer comigo, não queria pensar naquilo, queria apenas me desligar, mas a força que ele colocava em sua mão fazia impossível essa tarefa, ele também dizia o quanto eu era bonito e como ele queria azer aquilo muito tempo atrás.
Eu meio aos devaneios o Sr. Langmore urrou o mais alto que ele podia, o que veio como uma surpresa, para nós dois em como aquilo foi rápido, ele me soltou e olhou para baixo como quem não conseguia acreditar no que tinha acontecido, eu me permitir olhar para baixo e vi que aquilo realmente tinha acontecido, ele havia gozado.
O que aconteceria agora? Eu continuava? Por medo, tentei continuar, mas o membro dele já estava flácido, e minha mão completamente suja, ele mandou que eu parasse e se levantou do sofá ainda olhando o que tinha acontecido, sua cueca estava completamente molhada e a feição em seu rosto não era bonita,
- O qu... – eu tentei dizer me levantando do sofá
- Cala a boca – ele disse, ele estava com raiva e vergonha, seu rosto ficou vermelho e ele não olhava em meus olhos – isso nunca... – ele tentou falar – eu nunca...
- Eu... – tentei dizer
- Vá embora! – ele gritou – sai daqui – ele disse mais uma vez – anda! – gritou com raiva
Eu apenas comecei a correr, saí daquela casa e quando cheguei em casa tranquei a porta e me encolhi nela mesmo pensando no que tinha acontecido, chorei por alguns minutos depois fiquei encarando o chão por um tempo. Minha cabeça ainda girava, e meu corpo ainda estava quente, e eu ainda estava excitado, olhei para a minha mão, e ainda estava suja com o gozo do Sr. Langmore, eu pensei em me levantar e lavar, mas meu corpo falou mais alto, eu estava extremamente excitado, como nunca fiquei antes, meu corpo com certeza estava pegando fogo e eu sentia um desejo infernal, eu comecei a me masturbar com minha mão e eu estava certo, aquilo fazia com que todo meu corpo se anestesiasse.
Aquilo não era normal era? Pensei na limonada que o Sr. Langmore tinha me oferecido, ele colocou algo nela, o que faria com que eu me sentisse daquele jeito, quando eu finalmente gozei aquela sensação passou, pelo menos um pouco dele, meu corpo ainda estava quente, mais minha cabeça não girava tanto, fui para o banheiro, engatinhando, não queria ser visto pelo meu vizinho. Liguei a banheira e comecei a enchê-la, com água fria, talvez aquilo acalmasse meus nervos. Entrei na banheira e fechei meus olhos, mas quando eu os abri de novo toda aquela sensação horrível tinha voltado, a água que deveria ser fria estava morna apenas com o calor do meu corpo, eu conseguia sentir os batimentos do meu coração por todo o meu corpo, e eu estava completamente excitado novamente, será que aquilo iria passar eu pensei.
Tentei esvaziar a banheira e abrir a torneira com água fria novamente, mas não funcionou, o tempo parecia que passava devagar demais, e naquele momento eu apenas conseguia pensar e apenas uma coisa, em alguém, meu pai. Comecei mais uma vez me masturbar, a excitação apenas ficava pior e me masturbar não estava mais me ajudando, talvez eu não conseguisse acabar com aquilo apenas me masturbando mais uma vez.
- Elliot – eu escutei meu nome em meio aos meus devaneios, eu abri meus olhos e era meu pai, ele estava parado em minha frente vendo eu me masturbar dentro da banheira, ele deveria ter acabado de chegar do trabalho, ainda estava com todas as peças do terno.
- Papai? – eu disse, e quando eu disse aquilo era como se uma lâmpada tivesse iluminado em cima da minha cabeça. Eu sabia um jeito de como acabar com aquela sensação.

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