Capítulo 04 | JUST US - ENTRE PAI E FILHA
JUST US - ENTRE PAI E FILHA
Capítulo 04:
Já se haviam passado quase um ano e meio na vida de George e Emily desde a sua mudança, e aquele era um momento especial para a família Foster, George havia sido promovido, ele não precisava mais trabalhar à noite, ele havia se esforçado muito em seu novo trabalho, e agora que Greg já estava mais velho ele não precisava de tantos cuidados, e podia ficar em um creche, que George poderia pagar com seu novo salário, que era a parte mais atraente em seu novo cargo. George também poderia juntar dinheiro para finalmente sair daquele lugar tão pequeno, mas aquilo ainda iria demorar.
Muitas coisas tinham mudado para a família, principalmente para Emily, ela tinha acabado a escola, e mesmo não podendo pagar por uma universidade Emily estava feliz, ela trabalhava como garçonete em um restaurante pequeno no centro da cidade, apesar de ser um salário pequeno ela ficava feliz em poder ajudar seu pai.
Apesar de muitas coisas novas para Emily uma coisa ainda era constante há muito tempo, o sentimento diferente que ela nutria por seu pai, ela tinha jurado em não sentir mais aquilo, mas ela não conseguiu fazer aquilo, cada fez que ela se aproximava de seu pai era como se ela não fosse mais ela, como se sua sanidade fosse embora. E tudo piorava pois com tanto tempo passado em um lugar tão pequeno, muitas coisas que antes poderiam ser estranhas ou consideradas como tabu para os dois foi se dissipando.
O relacionamento entre Emily e seu pai estava mais próximo como nunca, não haviam barreira para os dois, e aquilo veio tão normalmente que nenhum dos dois percebeu, Emily notou algumas coisas, como George ficava mais confortável perto dela, era normal ele passar o dia sem camisa, ou apenas cuecas em frente à Emily e Greg, e aquilo fez, de certa forma, Emily aceitar seu próprio corpo, ela era uma mulher agora, e uma mulher confiante. George e Emily também eram amigos, e aquilo era a parte favorita de Emily, os dois podiam conversar por horas sem ao menos notarem, e um completava o pensamento do outro.
Naquele dia Emily saiu um pouco mais cedo de seu trabalho, enquanto ela esperava a hora passar para poder pegar seu irmão da creche ela passeou pelas redondezas da creche olhando as vitrines das lojas que passava por, foi quando ela parou na frente de uma vitrine onde havia um manequim, na primeira vez, ela apenas observou como aquele era bonito, não era um corpo de plástico com pernas e um cabeça não realística, era apenas o corpo, a silhueta de uma mulher feito de algum tecido delicado e rosa, ela apenas observou o manequim, mas depois percebeu a peça que ele usava, era uma lingerie de seda rosa com detalhes de renda preta, ela achou os detalhes tão detalhado e bem feito que ficou ali, parada na calçada observando por um tempo, o que chamou atenção da dona da loja, que saiu para falar com Emily.
- Olá! – ela disse, a dona era uma senhora, com cabelos curtos cortados Chanel e alguns fios brancos.
- Olá – Emily disse saindo do transe que estava – me desculpe, eu não queria ficar encarando, eu...
- Tudo bem! Por que você não entra e experimenta a peça?
- Eu?
- Sim, você ficaria linda nela – apesar de ela estar tentando vender aquela lingerie, a mulher realmente achava que Emily ficaria linda com ela.
- Não – Emily riu de vergonha, eu não teria coragem
- Por quê?
- Porque... Eu não uso esse tipo roupa.
- Mas deveria, principalmente com esse corpo, vamos! Agora eu insisto – a mulher disse puxando Emily pelo braço. Depois de entrar na loja Emily não tinha outra opção a acatar os desejos da senhora, quando ela saiu do provador usando apenas a lingerie ela se sentiu um pouco desajustada, o senhora a levou até o espelho e fez ela levar todo o seu ombro para trás e ficar ereta, Emily olhou para seu reflexo e estranhou o que via, ela não se sentiu feia, e sim bonita, ela deu um pequeno sorriso quando se viu, ela percebeu que tinha se tornado a mulher que a mãe dela falava que ela se tornaria, ela sentiu falta de sua mãe, já fazia quase dois anos que ela estava em coma, e as visitas que ela e seus pai faziam até sua cidade antiga para vê-la iam ficando cada vez mais dispersa uma da outra, Emily começava a se perguntar se sua mãe algum dia acordaria.
- Perfeita
- Eu não posso compra-la – Emily disse, pensando que deveria ser muito cara
- Por que não?
- Eu não uso esse tipo de roupas, não sei se algum dia terei a chance de usá-la, eu nunca.... – Emily tentou dizer, mas ficou com vergonha.
- Ela não é para outra pessoa – a senhora disse se aproximando de Emily – você deve compra-la por se sentir bem, agradar outra pessoa não é tão importante quanto te agradar, eu vi o seu sorriso quando você se viu no espelho.
- Eu..
- Você vai leva-la, por bem ou por mal, de graça.
- Eu... Eu não posso aceitar.
- Essa é apenas a peça de mostruário, eu trabalho com peças sobre medidas, você coube direitinho nela, seria um sacrilégio você não levar, além do mais ela já está a um bom tempo na vitrine.
- Mas não posso aceitar de graça.
- Sim, é um presente.
- A senhora ne me conhece
- Qual o seu nome?
- Emily
- Bem Emily, meu nome é Mayumi, agora que nos conhecemos você pode levar?
- Bem... – Emily disse, ela queria aceitar, mas leva-la daquele jeito não seria o certo, ela olhou ao redor da loja e viu um baby-doll, rosa com detalhes pretos parecida com a lingerie que usava – se você me deixar comprar aquele baby-doll sim. Mayumi aceitou as condições e deixou Emily comprar a outra peça.
Depois de pegar seu irmão da creche Emily voltou para casa com duas sacolas com suas novas compras com o nome da loja, "Emotion Lingeries", estampado. Quando chegaram em casa Emily guardou a lingerie no fundo de sua gaveta de roupas que ficava no quarto de Greg, ela não queria que seu pai descobrisse aquilo, o que ele pensaria?
George chegou do trabalho e a família jantou juntas, aquilo já era o cotidiano, Emily cozinhava o jantar todas as noites, assim como sua mãe fazia.
- Como o Greg foi na escola hoje? – George perguntou.
- Ele se comportou bem, me disseram.
- Ele falou alguma coisa? – George perguntou, Greg já estava com um pouco mais de dois anos, mas até agora ele ainda não tinha aprendido falar nada, George e Emily se preocupavam com aquilo, mas foram avisados pelo médico que aquilo acontecia as vezes e que ele falaria cedo ou tarde.
- Ainda não – os dois ficaram quietos depois daquilo.
Depois do jantar e do Gregory colocado para dormir Emily tomou banho e quando foi se vestir ela segurou o baby-doll que havia comprado, ela ficou nervosa em se vestir daquele jeito na frente de seu pai, principalmente com tudo o que ela carregava dentro de si sobre ele. Ela sabia que todo aquele nervosismo estava em sua cabeça, ela queria superar aquele sentimento que ela sentia, e se condensar perto dele apenas levaria aquilo adiante, ela então vestiu o baby-doll e saiu do banheiro.
George estava sentado no sofá-cama esperando por Emily, já era habito os dois irem dormirem juntos, muitas das noites eles passavam conversando sobre o dia um do outro, George sempre achava o dia de Emily, mas interessante, toda a noite ela tinha uma história diferente para contar sobre algo que aconteceu em seu serviço. Quando Emily saiu do banheiro George se assustou, ela não estava vestida com o pijamas que ela normalmente usava, ela estava com um baby-doll, aquilo não era do feito de Emily, ele pensou, mas seus pensamentos logo foram para como ela estava bonita vestida daquele jeito, ele não quis pensar aquilo, mas foi instantâneo no segundo que ele viu ela daquele jeito.
Emily estava com vergonha, aquele baby-doll mostrava suas pernas completamente, e ela não usava sutiã por debaixo dela, o que deixava ela um pouco insegura, nunca se vestiu tão confortavelmente na frente de outra pessoa, ela logo foi para debaixo do cobertor e se cobriu toda com ela, George ainda estava sentado na cama perplexo com o que tinha visto, ela pensou em diversas coisas que se arrependia no instante que as pensava, ela era a sua filha, mas vestida daquele jeito ela parecia uma mulher.
Com o coma de sua mulher e a gravidez dela antes disse, George não ficava perto de uma mulher há quase três anos, e ultimamente ele olhava todas a seu redor com uma certa malicia, até a sua filha foi vitima de seus olhos maliciosos e seu prolongado celibatário, mas Emily foi a primeira pessoa que fez George ter uma ereção instantânea, Emily não havia percebido, ela também tinha varias coisas em sua própria cabeça para perceber aquilo.
- Pai? – ela perguntou vendo que seu pai não se mexia sentado na cama – tudo bem?
- S..Sim – ele disse, ele se deitou na cama ao lado de Emily, sua filha, tendo certeza que escondesse sua ereção, ele tremia um pouco, todas as suas fantasias sexuais que se desenvolveram com o passar dos meses iam tomando forma com o rosto de Emily, aquilo era horrível, sádico, mas George não conseguia parar com seus pensamentos maliciosos.
- Boa noite – George disse e desligou a luz do abajur e se virou de costas para Emily, ela estranhou aquilo, eles sempre conversavam antes de irem dormir realmente, mas ele não queria papo naquele momento então os dois foram dormir.
Quando George dormiu ele sonhou com sua esposa Rachel de suas noites mais quentes, George realmente estava sedento por qualquer tipo de toque, qualquer tipo de interação e Emily era a única mulher em sua vida próxima o bastante, ele passava o dia todo com diversos homens que fediam testosterona, então chegar em casa e ver Emily, era realmente a melhor parte de seu dia, talvez ele tivesse colocado Emily no lugar de sua esposa,
Os sonhos molhados de George logo tomara outro rumo, sua esposa não estava mais lá, outra mulher tinha tomado o lugar dela, Emily, George sonhava que fazia as maiores atrocidades com Emily, coisas que um pai nunca sequer deveria pensar em fazer, mas em seus sonhos, ele nunca se sentiu tão vivo, tão extasiado como naquele momento.
- Emily – George disse em voz alta enquanto sonhava, aquilo não foi a única coisa que ele fez enquanto dormia, George se mexia muito enquanto dormia, as vezes chutava os lençóis até que eles caíssem no chão, não era novidade Emily acordar com frio no meio da noite descoberta, mas chutar a coberta não foi a única coisa que George fez. Quando ele acordou no meio da madrugada depois de seu sonho mais perturbador e excitante ele acordou com uma sensação esquisita, que ele não sentia desde que era adolescente, não só sua cueca, mas o centro da cama estavam completamente sujos, sujos com sua semente, seu sêmen, e não só isso, ele havia se virado enquanto dormia e quando ele gozou ele estava abraçado com Emily, então toda a cama e parte da parte debaixo do novo baby-doll de Emily estavam sujas e molhadas.
George se desesperou, o que ele iria fazer? Não podia deixar Emily ver aquilo, mas como ele conseguiria limpar aquilo com Emily dormindo? Não só como aquilo, mas sua ereção não passava, o pensamento, ele se sentia como se tivesse doze anos novamente.
- Papai? – Emily disse acordando, George não era muito bom em ficar quieto quando se desesperava
- Emily? Eu... – Emily não havia percebido de início, mas quando viu que seu pai estava levantado e com sua cueca completamente molhada, não demorou muito tempo para juntar A + B, ela também percebeu a ponta de seu baby-doll gelada quando encostou em sua pele, e que a parte de trás de suas coxas estavam pegajosas.
- Pai? – Emily disse assustada
- Emily, por favor me desculpe, eu... -Emily não sabia o que falar e George menos ainda.
- Tudo bem – Emily disse depois de um tempo, essas... essas coisas acontecem eu acho, não é? – ela disse nervosa.
- Emily, eu.. eu não sei o que dizer – George se sentou ao lado de Emily
- Papai – Emily disse quando percebeu a ereção de George
- Eu.. – ele pegou um travesseiro e tampo sua vergonha
- Você... Estava acordado? – Emily disse
- Não, estava dormindo quando aconteceu.
- Você sonhou com algo?
- Com você – George disse inocentemente, ele não pensou no que iria dizer, apenas saiu de sua boca, e ele se arrependeu logo que aquelas palavras saíram.

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