Capítulo 03 | O FILHO MAIS NOVO

O FILHO MAIS NOVO

Capítulo 03:
Ele já estava dormindo, então tentei não fazer barulho para não o acordar, entrei dentro do cobertor e deitei minha cabeça em seu peitoral nu. Meu pai tinha alguns pelos sem seu peitoral e barriga, mas não muitos. Eu podia ouvir os batimentos do meu pai e sentir a sua respiração forte em mim, aquilo por algum motivo me deixava mais calmo, meu sono que até naquele momento não havia aparecido veio à tona e eu logo dormi, eu me sentia seguro em ter meu pai ali, eu consegui sentir meu pai passando o braço em meu corpo e me abraçando, aquilo apenas fez meu coração ficar mais quente.
Eu acordei no meio da noite, o laço entre mim e meu pai ainda estava intacto, mas agora meu pai estava acordado e sussurrando meu nome.
- Elliot? – ele disse bem baixo
- Sim
- Você está acordado?
- Sim, estou papai.
- Que bom, filho – meu pai com sua mão esquerda segurou a minha mão direita – eu te amo filho, mais do que tudo nesse mundo
- Eu também de amo papai – eu disse sorrindo, meus olhos ainda estavam fechados, todo o quarto estava escuro e não fazia diferença.
- Mas o jeito que eu te amo é diferente Elliot?
- Eu sei, eu também
- Você também?
- Sim, estamos nos aproximando mais, não tínhamos esse vínculo que temos agora, eu sinto como se eu pudesse contar tudo para você, e espero que seja assim para você também.
- Nesses últimos dias eu estou te vendo de um outro jeito, um jeito em que um pai não vê normalmente seu filho.
- Eu também sinto que somos mais do que isso papai. – Eu me sentei na cama e olhei para meu pai, a noite estava escura e não podia vê-lo, mas sabia que eu e ele nos olhávamos um no olho do outro
-Não Elliot, não é isso, é que... talvez seja porque a sua mãe não esteja mais aqui e eu sinto falta dela, e você... você se parece tanto com ela. Eu não sei se eu devo tirar o que venho pensando de minha cabeça, talvez eu possa perder você, perder meu filho.
- Pai... Eu te quero te ver feliz, e não quero que aja segredos entre nós, então não importa o que você falar eu sempre vou te amar – eu me deitei novamente nos seus braços, a respiração de meu pai começou a mudar – não importa o que acontecer.
- Elliot eu... – talvez meu pai não soubesse o que falar, eram poucas as vezes que eu falava alguma coisa do tipo, talvez nos dias dos pais, mas eu sentia que aquilo foi diferente, eu coloquei o meu coração e tudo o que eu sentia para fora, eu não tinha mais minha mãe comigo para eu falar aquilo, então eu tinha certeza que eu não passaria um dia sem falar que eu amava o meu pai.
Meu pai ficou em silêncio por algum minuto, ele segurou minha mão mais uma vez e eu senti que ele não precisava falar mais nada, que ele me amava do mesmo jeito que eu. Ainda possuindo minha mãe, ele a levou para seu peitoral e com a minha palma eu conseguia sentir cada pedaço de seu corpo, sua pele e sua respiração, - eu te amo tanto meu filho – ele falou, minha mãe que estava no peitoral de meu pai foi, comandado por ele, foi descendo até chegar dentro do cobertor, meu pai foi para mais fundo e eu conseguir sentir uma densidade maior de pelos.
Eu não estava mais tocando sua barriga e sim sua virilha, eu me assustei quando senti aquele lugar mais quente do que o normal, tentei tirar minha mão de lá, mas meu pai tinha total controle dela – pai... – eu disse assustando e tentando me mexer, o outro braço de meu pai estava segurando o meu corpo – o que você.... – Eu disse tentando me libertar mais uma vez.
- Está tudo bem Elliot, está tudo bem – ele disse, minha mão agora tocava no membro de meu pai, que estava duro feito uma pedra, tocar aquilo me assustou, nunca tive esse tipo de intimidade com a minha família, nunca vi meus irmãos nus, e estar ali tocando aquela parte de meu pai me assustou.
- Pai...!!! – eu disse, meu pai tentando me acalmar disse mais uma vez que tudo estava bem.
- Filho, não tem nada de errado no que estamos fazendo, eu consigo olhar nos seus olhos e ver que você quer isso – meu pai era tal vez o homem que eu mais admirava em minha vida, principalmente sua virilidade, não era novidade para mim que a vida sexual de meus pais era constantes, quase toda noite eu ouvi barulhos vindo do quarto de meus pais, e eu sempre desejei ter um relacionamento daquele jeito, mais em meus pensamentos mais profundo não era com uma mulher que eu queria.
Eu sabia que me sentia atraído por outros garotos, nunca me apaixonei por alguém da minha idade, sempre por homens mais velhos, e talvez por isso que eu ainda era virgem. Mas o mais curioso era que eu não me sentia atraído por qualquer homem, e sim aqueles que mais se pareciam com meu pai, os cabelos negros, a pele branca, os olhos castanhos, o maxilar quadrado e todos aqueles atributos pertenciam a meu pai.
Talvez aquilo estivesse em meus pensamentos mais secretos, mas eu não queria realizado, todos os meus medos vieram à tona, e se alguém nos pegar? Se descobrirem o que fizemos, ou se meu pai não gostar de minha inexperiência, e se meu pai não me amar mais depois disso.
- Papai, e se....
- Nada de "e se" – meu pai disse me calando – hoje à noite é só nossa, e de mais ninguém
Agora eu segurava todo o membro de meu pai e sua extensão, a mão dele ainda comandava a minha e ditava a regra, eu o tocava por toda a sua extensão bem devagar, meu pai gostava daquilo pois ele começou a gemer, aqueles eram os mesmos gemidos que eu escutava do outro lado da parede, ouvir aquilo fez com que todos os pelos do meu corpo se arrepiassem.
Eu o masturbei, eu masturbei meu pai, e aquilo não saia da minha cabeça, - eu soltei meu pai e me levantei da cama – me desculpe papai, eu... eu...- eu tentei dizer enquanto eu saia do quarto, eu não consegui dizer, o continuar com aquilo, não porque eu não queria, mais porque eu queria aquilo, eu realmente queria aquilo, e apenas naquele minuto eu tinha percebido.
O amor que eu sentia por meu pai, o sentimento de sempre quere vê-lo feliz, não era apenas um amor de filho pelo pai, mas uma coisa a mais, eu mais, eu queria tê-lo só para mim, eu queria que ele me tivesse. E agora que esse sentimento quase se concretizou eu dei para trás, qual era o meu problema? Minha respiração estava forte, eu estava quase me engasgando, conseguia sentir meu coração bater de um jeito que nunca bateu antes.
Meu pai me seguiu e bate na porta – Elliot – ele disse – me desculpe, eu não deveria ter feito aquilo, me desculpe filho eu... Eu devia ter deixado tudo o que pensava dentro de mim, não devia ter lhe contado, eu estraguei tudo – ouvir aquilo me deixava aflito, eu queria falar, gritar que eu queria aquilo também, mas eu estava do outro lado da porta sem fazer o que eu queria, meu corpo não era mais meu e sim do medo.
- Pa... – Eu tentei dizer, mas nada saiu da minha boca.
- Eu só... – meu pai disse – depois que a sua mãe morreu, eu não queria deixar mais nada dentro de mim. Tinha tantas coisas que eu queria tentar com ela e eu não consegui por simples medo de falar, de como ela reagiria aquilo. Eu errei meu filho, eu espero que você possa me perdoar, pensar naquilo foi errado e fazê-lo um pecado. Eu não... – Aquela talvez foi a única coisa que eu pude fazer, não sabia o que aconteceria, mas eu não queria mais ouvir meu pai falando aquilo.
Eu abri a porta e meu pai estava sentado n chão do corredor olhando para baixo e chorando, eu não queria mais aquilo, eu sabia que faria tudo para não o ver chorar mais. – Pai... – eu disse tímido, ele não havia me visto sair do meu quarto – eu... Eu quero tentar essas coisas com você – eu disse, enquanto abria minha camisa, com meu corpo e braços nus eu tirei meus shorts e com eles minha cueca, todos os pelos do meu corpo estavam arrepiados, minha perna tremia e eu quase conseguia ficar em pé. Eu estava me expondo para uma pessoa como eu nunca havia feito antes, e eu não sabia qual seria a reação dele.

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