DESEJO - EP5


DESEJO
{contos incestuosos}

MEU CUNHADO COMEU MEU SOBRINHO | EP5


Edward tinha acabado de sair da prisão, ele passou quase sete meses nela e agora finalmente estava livre por conta de bom comportamento. Edward era contador e fez a péssima decisão de lavar dinheiro para uma gangue conhecida de sua cidade. Edward não era próximo de sua família por opção própria, seu pai era violento, e ninguém fazia nada para impedi-lo, sua mãe morreu em sua infância e quando era adolescente e seu pai adoeceu sua irmã escolheu cuidar dele ao invés de fugir com ele, agora anos se passaram e ele teve que pedir ajuda para sua irmã.
Ele ficaria em prisão domiciliar, mas não tinha casa, ele perdera tudo quando fora preso, então teve que pedir auxilio para sua irmã, eles não se falavam a há anos e sua última conversa não foi muito amigável.
Edward foi levado até a sua cidade natal e quando ele chegou na casa onde cresceu seu coração gelou, eram tantas lembranças ruins que ele tinha vivido naquele lugar, quando o carro de polícia, que o havia levado, estacionou e o levou até a porta de casa Edward prendeu a respiração, fazia anos que ele não via sua irmã, e ela não tinha se dado o trabalho de ir visita-lo, ele apenas mandou cartas sem retorno, ele não tinha certeza se ela iria ou não ajudá-lo, ele recebeu a noticia que ela tinha aceitado dar sua casa como a prisão domiciliar dele minutos antes dele ter sido levado para sua cidade natal.
Quando a porta se abriu ele se deparou com um homem, ele tinha a sensação que ele o conhecia.
- Aqui é a casa dos Ramos? – a policial que segurava Edward pelo braço disse.
- Sim – o homem disse, ele era loiro, mais baixo que Edward, mas a maioria era mais baixa que ele, usava óculos e tinha um ar medroso – Eu sou Richard, Richard Karlyle, Ramos é o sobrenome de minha falecida esposa.
- O quê? – Eduard disse surpreso.
- Anna, a Anna está morta?
- S-Sim – disse o tal de Richard – já faz alguns anos.
- O quê? Você, você era o marido dela?
- Sim, fomos casados por anos antes dela.
- Bem não tenho tempo para isso – a policial disse entrando dentro da casa sem ser convidada e puxando Eduard.
A policial arrumou todo o equipamento e prendeu a tornozeleira no tornozelo de Edward e explicou tudo o que aconteceria com ele caso ele saísse de dentro da distância por mais de alguns segundos. Eduard estava preso a casa que ele mais odiava no mundo, sem sua irmã, e com um homem totalmente estranho.
- Pai? – ouvi alguma voz dizer quando a policial foi embora, eu agradeci a deus por aquilo, não precisava ficar sozinho com Richard, Eduard se lembrou de onde ele conhecia Richard, eles foram da mesma escola quando adolescentes, Richard era um nerd e Eduard não sabia o motivo de Anna ter se casado com um perdedor daqueles.
- Filho – Richard disse se levantou.
- Ele chegou? – a voz disse fechando a porta, era um garoto, tinha cabelos pretos, ele havia chamado Richard de pai, então poderia ser ele filho de Anna?
- Filho? – Eduard disse.
- Sim, esse é Charles, meu filho.
- Filho Anna?
- Sim – o garoto disse.
- Você é meu...
- Sim, seu sobrinho – Charles levantou a mão e Eduard a apertou. Charles era alto, um pouco mais alto que seu pai, mas mais baixo que Eduard, ele tinha a pele branca queimada pelo sol, seu cabelo preto lembrava o de Eduard e Anna, seus olhos castanhos eram idênticos ao dela, Eduard não podia negar a semelhança entre o garoto e sua falecida irmã.
- Quantos anos você tem?
- Eu? Dezessete 
- Dezessete?!
- Sim – Eduard não sabia da existência de seu sobrinho e nem da morte de sua própria irmã, aquilo fez ele se arrepender, talvez abandonar sua família não tinha sido a melhor opção.
Quando os três sentaram no sofá Charles tentou puxar assunto, ele nunca tinha visto seu tio antes e estava curioso para saber mais sobre ele.
- Como ela morreu? Anna.
- Doente – Charles disse como se não fosse nada – ela passou muito tempo na cama até que um dia...
- Me desculpe.
- Por que você nunca tinha visitado antes?
- Eu? Bem, eu não tinha um bom relacionamento com meu pai e talvez isso tenha afetado com o de sua mãe.
- Vovô?
- Sim, ele não era uma pessoa boa.
- Como assim?
- Pelo menos não comigo, eu fugi de casa e fiquei muito tempo sem querer voltar aqui.
- Agora você não tem como fugir.
- Sim
- Obrigado - Eduard disse para Richard
- Você não precisava aceitar meu pedido, obrigado por isso.
- Você é da família no final das contas. Bem já esta tarde vamos dormir?
Eduard ficou no seu quarto de infância, aquilo trazia muitas memórias para ele, o quarto estava vazio, apena suma cama velha, que parecia ser a mesma de quando ele morava lá, Charles dormia no quarto que uma vez pertenceu a Anna e Richard na suíte.
Eduard não conseguia adormecer, aquele quarto fazia seu nariz fechar e ele tinha problemas para respirar, era muita coisa para ele, ele decidiu ir tomar um ar fresco para ver se aquilo melhorava, ele saiu de seu quarto e viu a luz do quarto de Richard ligada, ele passou reto e foi para a cozinha quando chegou na porta dos fundos ele saiu para o quintal e ficou observando, ele estava diferente, tinha duas árvores, quando ele morava lá era apena sum local sem vida, seu pai não gostava de plantas, ele não gostava de nada que lembrasse ou trouxesse vida àquele lugar, mas agora o quintal tinha árvores, gramas e flores, aquilo com certeza era obra de Anna, ela amava flores. Ele tentou chegar mais perto de uma das árvores quando o dispositivo em seu tornozelo apitou, ele viu uma luz vermelha se acender, ele tinha andado muito longe do permitido, ele voltou para o limite invisível, ele não poderia chegar perto da única coisa que não lembrava sua infância naquela casa
Quando ele voltava para seu quarto ele viu que aporta do quarto de Richard estava meio aberta e a luz acessa, ele conversava com alguém, ele decidiu bisbilhotar, ele Charles, ele estava em pé na frente de Richard apenas de cueca
- Você gostou? – Richard disse
- Sim papai – Charles disse sem nenhum sentimento. Richard começou a mexer na cueca de Charles, ele arrancou ela no chão e pegou algo na cama.
- Agora vista esta – ele disse, era outra cueca – deixa eu te ajudar – Charles levantou a perna e Richard colocou uma parte da cueca e fez o mesmo com a outra perna, ele puxou a cueca até em cima e ajustou ela, ele pegou no membro de Charles que estava fora da vista de Eduard, que conseguia apenas ver a bunda de seu sobrinho. Richard ajustou mais a cueca e levou sua mão até a bunda de Charles e ficou segurando alisando-a.
 Por algum motivo aquilo não enojava Edward, ele teve momentos de ‘fraqueza’ na prisão e achou alguns meios para nutrir sua ‘vontade’ então sexo com outro homem não era uma novidade para Edward. Charles não parecia não querer aquilo, ele só parecia entediado. Seu pai ainda alisava a sua bunda quando ele tirou o membro dele para fora e o botou na boca, ele começou a chupar Charles que olhava para a parede em sua frente com um ar de desgosto, ele foi andando seu olhar até um espelho que refletia Edward, que não tinha percebido que ele havia sido notado. Charles ficou encarando Edward vendo aquela cena.
- Eu não quero mais pai – Charles disse e Richard o largou.
- Tem certeza querido.
- Sim, vou para o meu quarto.
- Eu... Eu pensei que você ia passar anoite comigo.
- Eu não quero mais – Charles disse antipático
- O... Okay – Richard disse, ele continuava o mesmo nerd patético da escola pensou Edward. 
Edward percebeu que Charles o havia flagrado a muito tempo, Charles sorria vendo Edward, que estava com uma de suas mãos em sua virilha, Edward tirou sua mão de seu membro excitado e saiu para o seu quarto.
Ele foi para cama, mas ouviu sua porta ser aberta - Bisbilhotar é feio – era Charles quem dissera aquilo e fechara a porta mais uma vez. O coração de Edward geou naquele momento.
No outro dia Edward acordou e tomou café, Charles ainda dormira, e Richard acordou antes que todos, ele agia como se nada tivesse acontecido na noite anterior, ele não sabia que Edward tinha os flagrado, mas Charles sabia, Edward achou que Charles contaria o que ele tinha visto, mas aparentemente Charles tinha ficado em silêncio, “será se ele me viu tocando em meu pau?” Edward pensou, ele não sabia, não sabia o motivo de achar aquela cena tão excitante.
- Bom dia – disse Charles quando entrou na cozinha, ele vestia apenas um short bem pequeno que acabava bem no final de sua bunda, e um camiseta branca que tampava parte do short.
- Bom dia querido – Richard disse para seu filho, ele se aproximou de Charles e o beijou na testa e voltou a fazer o quer que estava fazendo, Edward não tirou os olhos de Charles desde que ele havia chegado, depois da noite anterior a percepção de Edward sobre Charles tinha mudado.
- Bom dia tio – Charles disse encarando Edward, seu olhar mostrava segundas intenções, Charles havia o visto.
- B-Bom dia – Edward disse tomando um gole longe de café.
- Como foi sua primeira noite aqui tio?
- Bem – Edward disse tímido.
- Que bom, espero que o senhor se acostume como as coisas acontecem aqui bem rápido – Charles disse.
- Eu também – o que Charles queria dizer com aquilo?
[CONTINUA]

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