Capítulo 03 - PRATICAMENTE ESTRANHOS


CAPÍTULO 03



Naquela noite eu havia sonhado com a minha família, Carla minha ex-esposa e com Thomas, sonhei que jantávamos juntos e que ainda estávamos juntos, que nada havia acontecido entre nós e que éramos felizes, de alguma forma eu sabia que era um sonho mesmo dentro dele, eu não queria ter acordado, mas o sonho não duraria o resto da minha vida e que eu deveria encarar o fato, a morte de Carla não tinha me afetado até então, de uma hora para outra eu comecei a sentir saudades dela.
Em meu sonho eu me aproximei de Carla e a beijei, a beijei como nunca a havia beijado, minha mão passou pelo o seu rosto e a sua pele macia como seda, seus seios pequenos que eu amava e a sua boceta lisa e apertada, lembrei-me de todas as vezes que transamos, de nossa primeira vez e da nossa última vez. Acordar com aquele sonho com
certeza havia me deixado completamente excitado.
Mas eu ainda tinha Thomas, que estava do meu lado, ele ainda estava dormindo, no meio da noite ele me abraçou e encaixou sua cabeça em meu ombro e ficou o resto da noite daquele jeito, nunca fiquei tão perto dele em muitos anos, há algumas semanas eu mal sonhava em tê-lo morando comigo, agora estávamos dormindo na mesma cama.
O cheiro dele era tão bom, me lembro de ter acordado naquela noite com o cheiro que ele emanava, enquanto ele dormia em meu peito passei minha mão em seus cabelos, sedosos e como ele cheirosos, Thomas se mexia na cama e me chutava algumas vezes, me pegou de surpresa na primeira vez, mas logo me acostumei com as investidas dele, em um de seus movimentos ele chegou sua mão em minha barriga, sua mão fria fez com que meus pelos se arrepiarem, sua mão foi se movendo para mais baixo de meu corpo até que chegou em minha virilha, a mão de meu filho apalpava minha cueca, foi então que percebi que Thomas não estava dormindo como eu pensava, não sabia o que fazer, meu próprio filho me apalpava, e eu não conseguia sentir nada mais do que excitação que apareceu em forma de uma ereção que não podia ser despercebida, meu pau estava pulsando com o toque de Thomas, eu pensei em parar com aquilo, mas o toque gelado dele em meu pau que emanava calor era tão bom que eu mal conseguia ficar parado.
Já fazia algumas semanas que eu não dormia com alguém e dias que eu não me masturbava, por isso botei a culpa naquilo, mas no fundo do meu coração eu sabia que era mais do que aquilo. Thomas continuou com as suas caricias até que a cabeça do meu pau saiu pela cueca, ele não se assustou, e começou mais carícias nela, que pulou algumas vezes, Thomas parecia que sabia lidar com o cacete de um homem, aquela com certeza não era a primeira vez dele fazendo algo do tipo, o que me deixou apenas mais excitado, meu filho enfiou a mão dentro da minha cueca e pegou em toda a extensão de meu pau, sua mão não estava mais fria agora que ele segurava e acariciava minhas bolas.
- Thomas – eu disse, meu filho se assustou com a minha fala e deu um pequeno pulo na cama, ele tentou tirar a mão mais eu a peguei e segurei dentro da minha cueca antes que ele pudesse fazer alguma coisa, ele tentou falar algo mais eu o interrompi – você não brinca assim com um homem e deixa ele querendo mais, se começou termina – eu disse.
Thomas olhou para mim assustado, conseguia sentir que sua respiração ficou mais rápida e pesada, ele estava nervoso, então tentei deixá-lo o mais confortável possível, passei a minha mão livre em seu cabelo e olhei no fundo dos seus olhos, segurei sua nuca e com meu dedo fiz carícias em suas bochechas e ainda com meu dedão passei em seus lábios até que ele abrisse a boca e para dar passagem para mim, ele logo começou a chupar meu dedo e seus movimentos com a mão voltaram, agora ele começou a me masturbar de verdade, sem tirar os olhos de mim, aquela situação, estar fazendo aquilo meu filho apenas deixou a adrenalina da coisa mil vezes mais alta, não demorei muito para gozar, gozei em minha barriga como nunca gozei antes. Thomas tirou a mão de meu pau e foi em direção ao meu gozo, ele lambeu toda a minha barriga, meus pelos ficaram úmidos, ele também passou a língua na circunferência do meu pau, e lambeu minha cabeça me deixando totalmente limpo, ele voltou para o meu lado se aconchegou no meu braço e deitou virado de costas para mim e voltou a dormir. Não sabia direito explicar o que havia acontecido, meu filho havia me masturbado e tomado todo o meu gozo,eu só sei que foi uma das melhores coisas da minha vida.
Não demorou muito para que eu voltasse a dormir e agora completamente exausto eu só voltei a acordar quando já era dia, Thomas não estava mais na cama quando acordei, chamei seu nome e ele respondeu do banheiro, ele estava tomando banho, entrei no banheiro e a porta do box estava aberta, a visão de Thomas pelado era maravilhosa, eu nunca tive tesão com nenhum homem, mas Thomas era diferente, ele era delicado, todo o seu corpo parecia uma moldura, por alguma razão seu corpo e sua pele pálida me lembrava uma escultura de mármore delicadamente esculpida, sóter aquela visão me deixou completamente excitado, e se por algum segundo senti culpa de ter feito o que fiz ela fora embora completamente vendo meu filho pelado.
Ele saiu do banho e se secou ainda na minha frente, ele foi em minha direção e me entregou a toalha, e foi sai do banheiro ainda pelado, tomei banho o mais rápido que pude me certifiquei que minha barriga e meu pau estavam totalmente limpos e sem nenhum resquício de algo. Me sequei e coloquei uma cueca samba canção, Thomas estava na cozinha, ele estava fazendo café, ele usava apenas um roupão preto que ele havia trazido, eu me senti na cadeira e fiquei o observando fazer o café da manhã, a minha parte favorita era quando ele abaixava e deixava sua bunda mais definida no roupão, eu não tirava os olhos dele, ele sabia disso havia ninguém precisava se abaixar tantas vezes daquele jeito, ainda não havia falado sequer alguma palavra desde ontem, e não precisávamos sabíamos o que tínhamos feito, ambos éramos adultos naquela situação e ambos quisemos aquilo.
Quando ele trouxe o café para a mesa eu bati com a minha mão em sua bunda e apertei bem forte, Thomas gemeu com a minha ação, eu indiquei que ele sentaria em meu colo, o que ele fez, sem nenhum medo ou timidez, ele sentou bem em cima de minha ereção que ainda não havia abaixado desde que eu acordei, Thomas rebolava algumas vez quando ele pegava alguma coisa para comer, e ele também levantou o roupão e deixou apenas minha cueca entre meu cacete e sua bunda pelada, ele não estava com nada além do roupão, eu mordi meus lábios e segurei a cintura dele, fazia movimentos com a minha virilha e minha cintura e apertava ainda mais sua bunda contra meu pau estava quase gozando e nem ao menos havia tirado meu pau da minha cueca. Tirei o roupão de Thomas de seu ombro e comecei a mordê-lo, Thomas gemeu ainda mais com aquilo, meu coração estava a mil.
Não podia mais aguentar, me levantei e arranquei o roupão de Thomas e o deixei pelado, o virei  de costas e tirei meu pau para fora, cuspi em minha mão e usei como lubrificante, quando minha cabeça estava entrando no buraquinho de Thomas a campainha toca e todos os meus pensamentos pervertido com meu filho acabam.

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