DESEJO - EP4
INCENTIVEI MEU PAI ME COMER A FORÇA | EP4
Muita coisa havia mudado na vida de Junior nos últimos meses, ele tinha começado em seu estágio e ele não podia estar mais feliz, toda a sua vida estava mudando para a melhor, só havia uma coisa que não andava muito boa em sua vida, sua vida sexual, desde que seu pai o havia flagrado ao beijos com outro homem dentro de um carro, seu pai o proibiu de ter qualquer tipo de relacionamento com outro homem até que ele diga sim, João, o pai de Júnior era bem rigoroso, e agora que ele tinha descoberto que seu filho era gay, ele o tratava ainda mais rigorosamente.
Júnior agora tinha hora para sair e chegar em casa, e ele tinha que avisar qualquer tipo de atraso e se comunicar constantemente com seu pai quando ele não estava em casa. Junior vivia no que parecia uma prisão, fazia meses desde a última vez que ele ficou com alguém, que era seu pai, depois daquela noite nenhum dos dois mencionou o que tinha acontecido sequer uma vez, João fingia que aquilo não tinha acontecido e Júnior não tinha nenhuma opção a não ser fazer o que seu pai queria.
Mas isso foi no começo, agora, meses depois e sem nenhuma liberdade, Júnior estava tão na seca que começou a achar seu travesseiro sexy. Seus dias em casa consistiam em se masturbar, e uma coisa não saía de sua cabeça, seu pai. João, devagar, foi começando a ser a única coisa que Junior conseguia imaginar em seus sonhos molhado, talvez por ele ser o único homem que Jr. tinha contato.
Quando aquela noite completou seis meses Júnior tinha chegado ao limite, naquele estado ele transaria com qualquer coisa viva. Com tanto tempo sozinho, Júnior começou a pensar em maneiras de fugir, sair de casa, e ele quase conseguiu uma vez, ele estava chegando na casa de um cara que ele havia conhecido em algum app, mas antes de bater na porta seu pai apareceu, acontece que ele tinha um app que rastreava a localização de Júnior.
Júnior ficou de castigo por uma semana, um homem adulto de castigo, mas aquilo não importava para João. Sem nenhuma possibilidade, e agora literalmente trancado em casa Júnior não via outra alternativa a investir no único homem que ele tinha contato, seu pai. Era um tiro no escuro, mas Júnior sabia que tinha alguma chance, afinal não seria a primeira vez. E seu pai estava tanto na seca quanto Júnior, se ele não estava trabalhando ele estava vigiando o filho.
A primeira coisa que Junior fez foi andar mais confortável em casa, ele agora andava apenas de shorts, os menores que ele possuía, sem camisa e qualquer oportunidade que ele tinha para esfregar sua bunda na frente de seu pai ele usava. Mas aquilo não surgiu efeito. Júnior começou a lavar menos as roupas dele e de seu pai, principalmente as cuecas e as camisas, não demorou muito até seu pai indagar sobre a falta de cuecas em sua gaveta, Júnior sempre falava que iria lavar, e quando lavava, lavava apenas duas out três. Seu pai começou a andar sem camisas e o melhor sem cuecas pela casa, aquilo deixou Júnior mais excitado em seu pai. Júnior também começou a cozinhar apenas pratos que diziam ser afrodisíacos.
Mas nada surtia efeito, seu pai era como uma muralha sem qualquer tipo de emoção João não tinha nenhuma demonstração de ser um ser humanos com desejos, Júnior ficou naquela por um mês, totalizando quase nove meses sem o toque de outro homem. Conquistar seu pai e leva-lo para cama agora era um dever de Júnior, coitado, não tinha outra coisa para distrair sua mente, então ele pensava naquilo quase vinte e quatro horas por dia, agora era guerra.
Havia uma farmácia do lado da faculdade de Júnior, um pouco antes do horário da última aula terminar Jr saiu e deixou seu celular com uma amiga e foi até a farmácia e comprou o que seria sua última opção, viagra. Ele voltou até a sala e foi embora com o restante de alunos. Seu pai o esperava na porta da faculdade como sempre nos últimos nove meses.
Júnior se sentou no banco da frente, diferente do normal quando ele ia sempre no de trás pois estava com raiva do toque de recolher que seu pai havia imposto.
- Tudo bem? – João perguntou estranhando Junior sentar na frente.
- Sim papai – Junior disse, ele beijou a bochecha de João e colocou o cinto de segurança.
João e Júnior voltaram para casa e Junior foi fazer o jantar dos dois, e quando ele colocava a mesa, ele pegou o comprimido que havia comprado e esfarelou no copo de cerveja que seu pai tomava todas as noites no jantar. O jantar foi calmo, os dois comeram quietos.
- Vou tomar banho – Junior disse quando terminou o jantar, ele foi para o banheiro e começou a se banhar, com a porta aberta, quando ele terminou ele chamou por seu pai.
- O que foi? – João disse quando chegou na porta, ele se deparou com seu filho completamente nu.
- Você pode pegar minha toalha? – Junior disse na cara de pau, João não tinha tido uma reação quando viu Junior pelado, o que entristeceu Jr. Quando seu pai chegou, Jr saiu do box e pegou a toalha e começou a se secar na frente de seu pai, ele claro se abaixou para secar suas pernas, escancarando sua bunda, mas quando ele se levantou seu pai já tinha ido embora.
Jr se vestiu com o menor shorts que tinha e foi procurar seu pai, ele estava na sala assistindo televisão, Junior se sentou no seu lado e colocou a sua cabeça no ombro do seu pai, ele fingiu estar com sono e deitou sua cabeça no colo de seu pai, sentindo parte da ereção que a pílula azul havia prometido. João tentou disfarçar, mas a ausência de cueca não ajudava. Junior começou a alisar a coxa de seu pai.
- Junior o que você está fazendo?
- O que VOCÊ está fazendo? – Junior tocou na ereção de seu pai, que o empurrou para o chão no mesmo instante
- Muleque! – João gritou.
- O que? Você que fica com o pau duro e a culpa é minha? – Junior disse atuando.
- Me respeita!
- Eu preciso te respeitar, mas é você que fica assim – sentado no chão Junior apontou pro volume de João que agora estava completamente duro e apontava para Júnior.
- Eu...
- Para de fingir que aquela noite não aconteceu, você me comeu, e desde então me proibiu de falar com outro homem por que fica com ciúmes, não quer que ninguém me coma.
- Isso não é verdade, filho meu não é puta para dar para todo mundo da cidade.
- Quantas vezes eu preciso falar para você não me chamar assim, porra eu sou seu filho.
- Por isso eu posso te chamar do que eu quiser.
- Não!
- Sim, e você tem que me obedecer – João se aproximou de Junior e o pegou pelos braços e se sentou e fez Junior se deitar em seu colo, com sua mão esquerda ele segurou o corpo de seu filho e com a sua mão direita e começou a dar diversos tapas na bunda de Junior que ficou abismado.
- P-Pai! – Junior gritou.
- Você age como uma criança e merece ser tratado com uma.
João tirou o shorts e Junior de sua frente e deixou seu bumbum já vermelho à mostra, vê-lo daquele jeito excitou ainda mais João que mal conseguia guardar dentro de sua calça, Junior sentia a ereção do pai em sua barriga, ele não sabia se era dele mesmo ou ainda era o remédio, Junior também estava excitado e em uma das batidas que João deu o pau de Junior ficou à mostra, João deixou a mão mais tempo tocando a bunda de Junior, que já não reclamava dos tapas a muito tempo, ele apenas mordia os lábio toda vez que sentia as mãos largas de seu pai em sua pele agora sensível
Junior sentiu a mão de seu pai cobrir sua bunda e apertá-la – P-Papai – Junior gemeu, ele se deu por satisfeito, ele finalmente teria o que queria e sorriu. João percebeu que não aguentaria ficar sem comer Junior, mas sabia que aquilo era o que ele queria, então com um misto de raiva e tesão ele colocou sua mão dentro da boca de Junior subitamente que se assustou com o ato.
- Cospe! – João ordenou, e Junior fez o que seu pai mandou, João passou a substância em seu pau, que já estava completamente duro e fora de sua calça, Junior colocou seu corpo nas costas do sofá e esperou ser penetrado por seu pai, que não se conteve de nenhuma forma, ele estava irado com Junior, ele o tinha sido um péssimo filho, mas João não era forte o suficiente para aguentar tudo aquilo, todas aquelas tentação que seu filho o fez passar, ele o via e queria comê-lo, mas todo esse tempo ele tentou se conter, mas agora ele sabia que seu filho não iria se consertar do jeito tradicional, mas sim com a rola de seu pai entalada dentro dele.

Comentários
Postar um comentário